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publicado em 10/06/2010 às 17h15:00
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Foto: Maria Júlia Carvalho e Nayara Marucci Rodrigues/Ufscar
Foto: Maria Júlia Carvalho e Nayara Marucci Rodrigues/UFScar
Participante do programa desenvolvido pela UFScar A aluna Daniela Ribeiro, pesquisadora do Programa Mestre Libras
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Participante do programa desenvolvido pela UFScar
A aluna Daniela Ribeiro, pesquisadora do Programa Mestre Libras

Pesquisa de doutorado realizada no Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) foi reconhecida internacionalmente no " Concurso 2010 de Projetos de Estudantes", promovido pelo Grupo de Estudos sobre Comportamento Verbal, da Association for Behavior Analysis International (ABAI). Classificado em primeiro lugar, o estudo desenvolve pesquisa que apresenta resultados positivos ao buscar desenvolver a linguagem de crianças com autismo. O prêmio foi recebido no mês de maio, durante a convenção anual da entidade, no Texas.

A pesquisa foi realizada pela aluna Daniela Ribeiro, do PPGEEs, pesquisadora do Laboratório de Aprendizagem Humana, Multimídia Interativa e Ensino Informatizado (LAHMIEI) da UFSCar. O trabalho premiado é o projeto de doutorado da aluna, intitulado " Aquisição de Tato e de Mando e Controle por Abstração através de Discriminações Condicionais por Crianças com Autismo" , orientado pelo professor Celso Goyos, do Departamento de Psicologia da UFSCar, em parceria com o professor Caio Miguel, da California State University.

Em seu trabalho, que está em andamento, a pesquisadora buscou verificar a aquisição de tato e mando em três crianças com autismo. O tato seria quando a criança consegue dizer o nome de algo que está em sua frente e o mando é quando ela pede algo que não vê. De acordo com Daniela, estudos apontam que as crianças com autismo podem ter problemas com o controle por abstração, ou seja, ela compreende o que é um círculo azul, por exemplo, mas pode ter dificuldade de reconhecer o círculo se mudarmos sua cor. Quando há a troca entre formas e cores, a criança pode ter dificuldade de recombinar.

Os resultados mostraram que a pesquisa conseguiu atingir o objetivo de estimular a comunicação dessas pessoas que têm atraso de linguagem. De acordo com a doutoranda, a intenção da pesquisa é criar procedimentos para buscar o desenvolvimento da fala, a fim de que isso possa ser usado em programas de ensino de linguagem para crianças com qualquer atraso de linguagem.

Fonte: UFSCAR
   Palavras-chave:   Autismo    Comunicação    Linguagem    PPGEEs    UFSCar   
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