Ciência e Tecnologia
publicado em 19/05/2010 às 20h00:00
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Foto: Divulgação / Univ. de Michigan
Os elementos salientes visto nos slides diferentes cristais de colesterol
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Os elementos salientes visto nos slides diferentes cristais de colesterol

De acordo com um estudo realizado na Universidade Estadual de Michigan cristais de colesterol, conhecidos por serem catalisadores para ataques cardíacos e derrames, também fazem com que as células emitam sinais de perigo, que podem levar à inflamação e endurecimento das artérias.

A descoberta, realizada pelo cardiologista George Abela e por uma equipe de investigadores, prevê novos insights sobre como as artérias se endurecem - um processo chamado de aterosclerose - e dá esperança para novos e precoces tratamentos da doença cardiovascular.

"Pesquisas anteriores já mostraram que o colesterol se acumula ao longo da parede de uma artéria, se cristaliza a partir de um estado líquido para um estado sólido e se expande", disse Abela. "Como os cristais se expandem, eles podem prejudicar a coagulação e causar placas, levando a ataques cardíacos."

Em uma nova descoberta, Abela e equipe, ao olharem para as causas de inflamação durante a aterosclerose em ratos, considerou que a formação dos cristais de colesterol na parede arterial ativa um biomarcador chamado NLRP3, que induz a inflamação.

"O que nós encontramos agora, em nível celular, é que os cristais são uma causa inicial, em vez de uma consequência tardia da inflamação", acrescentou Abela.

"Como os cristais de colesterol se formam muito cedo no processo da doença cardíaca, com grande potencial para agravar a aterosclerose, nós podemos combatê-los desde cedo", disse Abela. "Nós podemos desenvolver novas terapias para reduzir os depósitos de cristais de colesterol no início ou utilizar um inibidor para bloquear o biomarcador inflamatório."

Abela acrescentou que o biomarcador ativado pelos cristais poderia ser um melhor indicador de doenças cardiovasculares do que outros existentes, como a quantidade de colesterol encontrado na corrente sangüínea.

"Atualmente tratamos a aterosclerose em nível sistemático, mas com esta descoberta, também podemos tratá-la em nível celular", concluiu ele.

Fonte: Isaude.net
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