Ciência e Tecnologia
publicado em 28/03/2010 às 15h05:00
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Foto: Jeff Miller/Univ. de Wisconsin-Madison
Pesquisadores realizam estudo em laboratório com células humanas
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Pesquisadores realizam estudo em laboratório com células humanas

Uma nova estratégia criada por pesquisadores da Universidade da Califórnia sugere uma abordagem promissora para tratar os sintomas da doença de Parkinson e de outras doenças neurodegenerativas e distúrbios, incluindo a epilepsia. Os cientistas transplantaram neurônios embrionários do feto de ratos em uma área do cérebro do rato adulto conhecida como estriado.

O estriado integra os sinais de neurotransmissores que excitam e inibem o controle do movimento. Na doença de Parkinson, as células que produzem o neurotransmissor dopamina são danificadas, e, portanto, incapazes de projetar os cabos de comunicação, ou axônios, para a região. Como resultado, o balanço de excitação e inibição no estriado é perdido, fazendo com que o déficit motor seja o principal sintoma da doença.

No estudo, os neurônios embrionários transplantados migraram e integraram no circuito neural correto do estriado, amadurecendo nos chamados inter-neurônios inibitórios GABAergic e amortecendo o excesso de excitação na região. Os ratos melhoraram a função motora, como visto no seu equilíbrio, na velocidade e no comprimento da passada durante a caminhada.

Os resultados, dizem os cientistas, demonstram que as células transplantadas, conhecidas como células de eminência embrionária medial ganglionar (MGE), podem modificar, com grande precisão, o equilíbrio de excitação e inibição nos circuitos neurais para influenciar o comportamento.

"Esta estratégia representa uma abordagem totalmente nova para tratar distúrbios do sistema nervoso", disse o neurologista e autor sênior do estudo, Arnold Kriegstein. "Uma vez que as células MGE foram integradas em circuitos neurais estriados, e mostraram-se capazes de modificar a atividade do circuito, de uma maneira que nenhuma outra terapia conseguiu".

Fonte: Isaude.net
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