Ciência e Tecnologia
publicado em 28/02/2010 às 17h00:00
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Foto: Márcio Garcez/Ag SE
Paciente realiza exame de ultrasonografia durante acompanhamento pré-natal
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Paciente realiza exame de ultrasonografia durante acompanhamento pré-natal

Pesquisadores da Universidade Northwestern, com base em novas medições para determinar os níveis de risco de açúcar no sangue, descobriram que o dobro ou o triplo de mulheres grávidas poderão em breve ser diagnosticadas e tratadas para o diabetes gestacional.

Níveis de açúcar no sangue que já foram considerados dentro dos limites normais são agora vistos como causadores de um acentuado aumento na ocorrência de bebês com sobrepeso e altos níveis de insulina no sangue, de cesáreas e de pré-eclâmpsias potencialmente fatais.

"Como resultado deste estudo, mais de 16% de toda a população de mulheres grávidas poderão ser diagnosticadas como tendo diabetes gestacional. Antes, apenas 5% a 8 % das mulheres grávidas eram qualificadas com a doença", disse o autor principal do estudo Boyd Metzger, professor de Metabolismo e Nutrição.

Orientações anteriores para diagnosticar o diabetes gestacional eram baseadas em níveis de açúcar no sangue de mulheres com risco elevado de desenvolver diabetes no futuro. As indicações não estavam relacionadas aos riscos para o bebê ou a outros riscos para a mãe.

Metzeger observou que a boa notícia é que estudos recentes mostram que mulheres com diabetes gestacional leve, tratadas com mudanças no estilo de vida e na dieta, bem como acompanhamento dos níveis de açúcar no sangue, reduziram o risco de complicações. Como resultado do tratamento, as mulheres tinham bebês menores, menos cesáreas e menos pré-eclâmpsias.

Um grupo de especialistas internacionais em diabete gestacional passou quase dois anos determinando como aplicar os resultados de um estudo de 2008, também liderado por Metzger, que encontrou um nível muito mais baixo de açúcar no sangue de uma mulher grávida, que anteriormente se acreditava que aumentava o risco de complicações graves.

Os investigadores expuseram seu diagnóstico e os novos critérios de tratamento através da determinação do nível de açúcar no sangue, que quase duplicou os riscos para o bebê e a mãe.

" Nossa pesquisa representa um consenso, sobre qual o nível de risco a ser atingido, antes da realização de um diagnóstico e da utilização de tratamentos", disse Metzger.

Fonte: Isaude.net
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