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publicado em 21/10/2013 às 08h26:00
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Accreditation Council for Graduate Medical Education limitou as horas de trabalho de residentes para evitar erros resultantes de fadiga
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Accreditation Council for Graduate Medical Education limitou as horas de trabalho de residentes para evitar erros resultantes de fadiga

Limitar as horas de trabalho de médicos residentes não aumenta o risco de mortalidade dos pacientes, mas pode levar a menos tempo gasto com estes pacientes, afirmam dois estudos publicados na edição de agosto do Journal of General Internal Medicine.

O Accreditation Council for Graduate Medical Education limitou as horas de trabalho de residentes para evitar erros resultantes de fadiga. As horas foram limitadas duas vezes: em 2003 para 80 horas por semana, e, em 2011, com turnos máximos cortados de 30 para 16 horas.

Os críticos argumentavam que os residentes perderiam um importante tempo de treinamento, transferindo mais pacientes para os mais profissionais de saúde, aumentando o risco de quebra de atenção.

Mas, segundo estudo da Universidade da Pensilvânia, não houve nenhuma diferença significativa nos níveis de mortalidade em 30 dias de internação, nos três primeiros anos após a reforma de 2003. O estudo chega até a apontar uma melhoria nas taxas de mortalidade em quatro e cinco anos.

O levantamento envolveu 13,7 milhões de pacientes internados em hospitais para infarto agudo do miocárdio, hemorragia gastrointestinal, insuficiência cardíaca congestiva, e cirurgia geral, ortopédica e vascular, entre 2000 e 2008.

"Podemos tranquilizar a opinião pública mostrando que os pacientes não parecem ser prejudicadas pela limitação das horas de trabalho dos residentes. Embora as taxas de mortalidade tenham melhorado últimos quatro e cinco anos, os pesquisadores não têm base para afirmar que esta melhora foi devido às reformas e não de outros fatores," disse o autor principal do estudo Jeffrey Silber.

"Embora este estudo tenha levantado apenas a taxa de mortalidade, temos publicado vários artigos anteriores baseados em outros resultados e encontraramcondições semelhantes," completa Silber.

De acordo com os integrantes do estudo, as limitações mais significativas nos resultados oferecidos são associações, e não uma determinação clara de uma causa e um efeito. O intervalo de tempo entre a aplicação das normas em 2003 e os efeitos sobre os resultados dos pacientes sugerem que o efeito positivo dos padrões de segurança e qualidade dos cuidados podem ter exigido mudanças necessárias nos padrões de cuidados que os hospitais levariam algum tempo para implementar.

Veja o abstract do estudo

Fonte: Isaude.net
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