Saúde Pública
publicado em 16/09/2013 às 11h04:00
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Foto: Karina Zambrana - ASCOM/MS
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Evento de lançamento da Unicef e da Organização Panamericana de Saúde (Opas) apresentou dados inéditos de mortalidade na infância em todo o mundo Relatório da agência também citou pneumonia, diarreia e malária como as principais causas de morte entre os menores de cinco anos
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Evento de lançamento da Unicef e da Organização Panamericana de Saúde (Opas) apresentou dados inéditos de mortalidade na infância em todo o mundo
Relatório da agência também citou pneumonia, diarreia e malária como as principais causas de morte entre os menores de cinco anos

Cerca de 90 milhões de vidas de crianças foram salvas nas últimas duas décadas, segundo um relatório lançado, nesta sexta-feira (13), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O Brasil ganha destaque no documento, registrando uma queda de mortalidade infantil de 77%. O Unicef cita uma "combinação de estratégias", incluindo serviços de saúde nas comunidades, melhora na condição de saneamento, promoção do aleitamento materno e expansão da imunização.

Segundo a representante da Unicef, Micaela Marques de Sousa, "saber que o mundo 90 milhões de crianças é motivo para celebrar. Mas é caso também para refletir e agir com urgência, porque se não fizermos isso, 35 milhões de crianças ainda correm o risco de morrer. Esse é o total de crianças que corre o risco de perder a vida até 2028, se não forem acelerados os progressos pelo fim da mortalidade infantil no mundo."

O relatório da agência cita pneumonia, diarreia e malária como as principais causas de morte entre os menores de cinco anos. Por dia, cerca de 6 mil crianças morrem por essas doenças.

A desnutrição é responsável por quase metade das mortes. O Unicef lembra que o primeiro mês de vida é o mais frágil: somente no ano passado, 3 milhões de recém-nascidos morreram, a maioria de causas que poderiam ser prevenidas.

Apesar de progressos na África Subsaariana, a região ainda tem as taxas mais altas de mortalidade infantil no mundo. O relatório aponta para 98 mortes a cada mil nascimentos.

Fonte: Isaude.net
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