Ciência e Tecnologia
publicado em 05/09/2013 às 09h37:00
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Um novo estudo realizado sugere que o rastreamento de alterações na expressão de genes envolvidos na doença renal poderia ajudar os médicos a prever a gravidade da obstrução do trato urinário em pacientes pediátricos. A novidade que pode ajudar a identificar crianças em maior risco de doença renal crônica e lesão permanente do órgão.

A pesquisa acompanhou a expressão de uma série de genes relacionados a danos nos rins e obstrução do trato urinário em modelo de rato megabladder. "Nosso objetivo foi identificar as crianças com obstrução do trato urinário que estão em maior risco de perda de função renal através da medição de biomarcadores de urina identificados neste estudo, para que possam passar por uma intervenção cirúrgica que permita preservar a função renal. Nós demonstramos que as mudanças na expressão de certos genes são associadas ao grau de obstrução do rim que pode ser visto num ultrassom," afirmou Brian Becknell, professor da divisão de nefrologia do Nationwide Children's Hospital.

A equipe esperava encontrar alterações na expressão de certos genes, de acordo com o tipo e a quantidade de danos nos rins, mas foi surpreendida ao descobrir que as alterações foram, em geral, restringidas a uma única camada de células: o urotélio. Essa camada sofre divisão celular significativa, com a produção de proteínas importantes que protegem o rim obstruído dos danos causados pelo retorno da urina.

Os camundongos Megabladder foram considerados o modelo perfeito para o estudo, uma vez que a falta músculo da bexiga e evidências de obstrução congênita do trato urinário inferior, refletem os problemas enfrentados por um subgrupo de pacientes com insuficiência renal ou problemas com o esvaziamento completo da bexiga.

As pesquisa, agora, vai examinar se a expressão do gene em células uroteliais renais purificadas diferem daqueles encontrados nos rins dos modelos animais. A equipe espera encontrar outras mudanças de expressão de genes que podem ajudar a identificar biomarcadores adiconais que indiquem a progressão da doença. Eles também têm um protocolo hospitalar aprovado para estudar crianças com obstrução do trato urinário. "Vamos medir esses níveis de expressão antes e depois das intervenções que aliviam a obstrução, no mesmo paciente, bem como em pacientes do grupo controle que não têm obstrução, diz o Dr. Becknell. Nós supomos que um ou mais destes produtos de genes derivados do urotélio renal vão servir como biomarcadores, pois se correlacionam com a severidade da obstrução do trato urinário nestas crianças," completa Becknell.

Veja o abstract do estudo

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