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publicado em 03/09/2013 às 13h01:00
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Imagem: Braile Biomédica
Cirurgião implanta a válvula no interior da artéria e aciona o mecanismo que expande e permite a retomada da circulação no local
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Cirurgião implanta a válvula no interior da artéria e aciona o mecanismo que expande e permite a retomada da circulação no local

Uma parceria entre o Instituto de Química da Unesp em Araraquara e a indústria Braile Biomédica deu origem ao primeiro transcatéter de válvula cardíaca brasileiro. O produto, feito de material orgânico, é indicado para a operação de estenose aórtica calcificante em pacientes em situação de alto risco e que não podem passar por uma cirurgia convencional.

A operação tradicional abre o peito do paciente para fixar a válvula. Para isso, o coração precisa ficar parado por um período significativo, o que pode representar um risco para pessoas com idade avançada ou baixa imunidade. Por conta disso, alguns pacientes são classificados como inoperáveis e não recebem o tratamento necessário para desobstruir a artéria danificada.

A cirurgia minimamente invasiva, como é chamado o procedimento realizado com o novo protótipo, requer apenas uma pequena incisão abaixo da costela ou na virilha. Por essa abertura, o cirurgião implanta a válvula no interior da artéria e aciona o mecanismo que expande e permite a retomada da circulação no local.

Em todo o mundo havia apenas dois produtos que permitiam o procedimento pouco invasivo, ambos de fabricação norte-americana. Com a chegada do modelo brasileiro ao mercado, o preço da válvula despencou de R$ 120 mil para quase R$ 70 mil. No total foram 250 cirurgias no país com o modelo nacional, e todos os casos estão sendo monitorados para medir a longevidade após o procedimento e a qualidade de vida dos pacientes.

Atualmente, os consumidores dessa válvula são hospitais particulares e planos de saúde, já que o SUS (Sistema Único de Saúde) só poderá adquiri-la após validações, o que inclui o acompanhamento dos pacientes operados a médio prazo. A expectativa do fabricante é que, quando for incorporado à lista de equipamentos pagos pelo SUS, o produto ajude a forçar o preço para baixo, permitindo que mais médicos optem por cirurgias menos arriscadas.

Fonte: Isaude.net
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