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publicado em 31/08/2013 às 11h00:00
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Foto: Vadim Zholobov/Foto Stock
Pesquisa sugere que a mistura de poluentes reduziu a atividade de estrogênios no fígado, através do reforço de uma enzima responsável pela eliminação do hormônio
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Pesquisa sugere que a mistura de poluentes reduziu a atividade de estrogênios no fígado, através do reforço de uma enzima responsável pela eliminação do hormônio

A exposição a um nível considerado "seguro" de poluição ambiental afeta a saúde do ser humano a longo prazo. É o que indica estudo de pesquisadores do INSERM, na França.

Os resultados indicam que o contato ao longo da vida a níveis muito baixos de contaminantes alimentares conduz a doenças metabólicas.

"Este estudo acrescenta evidências para repensar a maneira de abordar a avaliação de riscos, especialmente quando se considera que a população humana é amplamente exposta a baixos níveis de muitos produtos químicos, e que o impacto na saúde de misturas realistas de poluentes terá de ser testado", afirma a pesquisadora Brigitte Le Magueresse - Battistoni.

Segundo os pesquisadores, um poluente pode ter um efeito diferente quando em mistura com outros poluentes. Assim, o estudo pode ter fortes implicações em termos de recomendações para a segurança alimentar. "Nossos dados também trazem uma nova luz para a compreensão do impacto de contaminantes alimentares ambientais no desenvolvimento de doenças metabólicas", afirmam os autores.

Os cientistas usaram dois grupos de ratos obesos para o estudo. Ambos foram alimentados com uma dieta enriquecida com alto teor de gordura, alta sacarose, com um grupo que recebeu um coquetel de poluentes adicionados a sua dieta em uma dose muito baixa.

Esses poluentes foram dados aos ratos em todas as fases - desde a pré- concepção até a idade adulta.

Os resultados do estudo sugerem que a mistura de poluentes reduziu a atividade de estrogênios no fígado, através do reforço de uma enzima responsável pela eliminação do hormônio.

A equipe acredita que a pesquisa reforça o conceito de que os poluentes podem contribuir para a atual prevalência de doenças crônicas, incluindo doenças metabólicas e diabetes.

"Este relatório confirma algo que já sabemos há muito tempo: a poluição é ruim para nós. Mas, o que é igualmente importante, isso mostra que a avaliação de contaminantes alimentares e poluentes em uma base individual pode ser muito simplista. Podemos ver que quando níveis de contaminantes e poluentes "seguros" agem em conjunto , têm um impacto significativo na saúde pública", concluem os autores.

Fonte: Isaude.net
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