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publicado em 19/08/2013 às 11h00:00
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Níveis elevados de colesterol são muito mais arriscados para homens de meia-idade do que mulheres da mesma faixa etária quando se trata de sofrer um primeiro ataque cardíaco. É o que mostra estudo realizado na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia.

O estudo, realizado com mais de 40 mil homens e mulheres norueguesas mostrou que ser um homem de meia-idade e ter altos níveis de colesterol resulta em um efeito sinérgico negativo que os pesquisadores não observaram em mulheres.

No entanto, a equipe ressalta que as diretrizes clínicas atuais para o tratamento de níveis elevados de colesterol não fazem distinção entre os gêneros.

"Nossos resultados sugerem que, na meia idade, níveis elevados de colesterol são muito mais prejudiciais para os homens do que as mulheres, de modo que os esforços de prevenção nessa faixa etária têm um maior potencial para reduzir a ocorrência de um primeiro ataque cardíaco em homens", afirma o pesqusiador Erik Madssen.

Os pesquisadores usaram dados de um estudo realizado entre 1995 e 1997 em Nord Trøndelag, na Noruega, que incluiu a coleta de amostras de sangue de 65 mil pessoas.

Ao final da análise, os pesquisadores recolheram informações de 23.525 mulheres e 20.725 homens que se encaixam nessa categoria. Durante os quase 12 anos de acompanhamento, de pessoas com menos de 60 anos, houve 157 novos casos de ataques cardíacos em mulheres e 553 em homens.

Eles também realizaram uma análise secundária dos participantes que tinham 60 anos de idade ou mais no momento da pesquisa, o que lhes deu mais 20.138 indivíduos para a análise. No entanto, não houve evidência de um efeito sinérgico entre os participantes do sexo masculino negativo neste grupo etário.

"Nossos resultados sugerem que homens de meia-idade com um perfil de colesterol ruim têm um risco adicional de infarto do miocárdio do que o que foi pensado anteriormente. Assim, estes homens devem ser tratados de forma mais agressiva do que o que muitas vezes acontece hoje, para que mais infartos possam ser evitados e vidas possam ser salvas", concluem os autores.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Fonte: Isaude.net
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