Ciência e Tecnologia
publicado em 01/08/2013 às 11h49:00
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Foto: Sebastian Kaulitzki/Istockphoto
Estudo descobriu que o tamanho do pulmão doado em relação ao receptor afeta o sucesso do transplante
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Estudo descobriu que o tamanho do pulmão doado em relação ao receptor afeta o sucesso do transplante

Quando se trata de transplantes de pulmão, o maior pode ser melhor. Essa é a principal conclusão de um estudo da Universidade de Iowa, que constatou que pacientes transplantados com pulmões maiores apresentaram melhor taxa de sobrevida após o transplante, especialmente entre os que receberam transplante duplo.

Michael Eberlein, responsável pelo estudo, usuram uma nova fórmula, chamada de razão da capacidade pulmonar total prevista (pTLC), para descobrir qual o tamanho pulmões combina melhor com o paciente a ser transplantado.

"Uma questão não resolvida no campo do transplante de pulmão é a como o tamanho do órgão doado em relação ao receptor afeta o sucesso do transplante. Acreditava-se que o transplante de pulmões de grandes dimensões pudesse representar um problema, mas não havia dados disponíveis para fundamentar essa ideia,"

A relação pTLC é calculada através da altura e sexo. Pessoas mais altas têm pulmões maiores e os pulmões de homens são maiores que de mulheres. A relação pTLC é determinada pela divisão do pTLC do doador pelo do receptor. Uma proporção de 1.0 é uma combinação de tamanho ideal, ao passo que, por exemplo, uma proporção de 1,3 indica que o dador tem um pulmão significativamente maior que o do paciente.

Eberlein e seus colegas usaram dados da United Network for Organ Sharing (UNOS), um registro de transplante de pulmão para todos os pacientes adultos (com 18 anos ou mais) que se submeteram a transplante pela primeira vez entre maio de 2005 e abril de 2010. Dos 6.997 pacientes incluídos no estudo, 4.520 foram submetidos a transplante de pulmão bilateral e 2.477 foram submetidos a transplante de pulmão único.

Para os pacientes submetidos a um transplante duplo de pulmão, a equipe descobriu que cada 0,1 ponto de aumento da pTLC estava relacionado a uma diminuição de 7% no risco de morte um ano após o procedimento. Esta diminuição foi ainda associada com uma melhor sobrevida após ajuste adicional para esclarecer qualquer viés de sobredimensionamento. Para aqueles que receberam um pulmão, cada aumento de 0,1 em relação pTLC foi associado com uma redução de 6% no risco de morte, um ano depois, no entanto, essa associação não seguiu o mesmo ajuste adicional para esclarecer o viés de sobredimensionamento.

Fonte: Isaude.net
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