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publicado em 06/07/2013 às 13h36:00
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Durante todos os jogos foram realizados 1.4 mil atendimentos com mais de 97% dos resolvidos no local

 
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Foto: Tânia Rêgo/ABr
Brasil comemora o título no Maracanâ. Balanço da Saúde mostra que profissionais da área estão preparados para grandes eventos
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Brasil comemora o título no Maracanâ. Balanço da Saúde mostra que profissionais da área estão preparados para grandes eventos

Durante todos os jogos da Copa das Confederações foram realizados 1.483 atendimentos dentro e fora dos estádios da competição. Destes, mais de 97% dos atendimentos foram resolvidos no local e menos de 3% necessitaram de remoção para unidades de saúde 49 pacientes. O balanço foi divulgado pelo Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde Nacional (CIOCS Nacional), que foi instalado no Ministério da Saúde, no dia 13 de junho.

" O trabalho desenvolvido pelo CIOCS e os resultados apresentados comprovam que os profissionais e gestores do SUS das cidades sedes e do Ministério da Saúde estão preparados para atuar em eventos com elevada concentração de pessoas. Não podemos negar também que foi um ótimo evento-teste para as grandes competições que acontecerão no Brasil como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016" , avaliou secretário executivo adjunto, Adail Rollo.

A maioria dos casos atendidos foi relacionada a ocorrências clínicas como atendimentos cardiológicos, gastrointestinais, dor de cabeça, alergias, torções e quedas de baixa gravidade. Entre as situações mais delicadas registradas estavam problemas cardiológicos e diabetes descompensada.

O Ministério da Saúde também disponibilizou dois hospitais de campanha montados nas cidades de Salvador e Fortaleza, nas proximidades dos estádios, sendo que na capital baiana houve atuação de equipes da Força Nacional do SUS.

Os Centros atuaram no monitoramento da situação de saúde e a capacidade de atendimento de cada cidade onde os jogos são realizados. Durante a competição, os CIOCS regionais, que alimentavam os dados nacionais, eram ativados sempre seis horas antes das partidas e desativados duas horas após os jogos. Participaram do trabalho 696 profissionais divididos entre os centros de monitoramento nacional e regionais e as equipes colocadas para acompanhar em campo os trabalhos desenvolvidos na área da saúde.

As ações desenvolvidas pelos CIOCS nacional e regional foram separadas em quatro eixos sendo eles: atenção à saúde (serviços de saúde, urgência e emergência); vigilância epidemiológica (doenças e agravos de notificação e risco e ameaça de eventos internacionais); vigilância sanitária (serviços de alimentação, saúde e saúde do viajante) e vigilância em saúde ambiental (água de consumo, situações envolvendo químicos, biológicos, radiológicos, nucleares e explosivos).

Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE
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