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publicado em 26/06/2013 às 11h00:00
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Equipe de pesquisadores University of Texas Health Science Center San Antonio, nos EUA, descobriu um composto sintético capaz de aumentar os efeitos antidepressivos no cérebro de ratos.

A pesquisa aponta para novos alvos que podem ser usados no tratamento de sintomas da depressão.

Os resultados aparecem The Journal of Neuroscience.

A serotonina, neurotransmissor que transporta sinais químicos, está associada com sensações de bem-estar. Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (SSRIs) são antidepressivos comumente prescritos que bloqueiam um específico "aspirador de pó" para a serotonina (o transportador da serotonina, ou SERT) de segurar serotonina, resultando em mais oferta do neurotransmissor em circulação no líquido extracelular do cérebro.

"A serotonina é liberada pelos neurônios no cérebro. Muita ou pouca quantidade pode ser uma coisa ruim. Muito pouca serotonina está ligada à depressão. É por isso que acredito que drogas SSRIs, tipo Prozac, trabalham parando o transportador da serotonina de reter serotonina do líquido extracelular no cérebro", explica a pesquisadora Lyn Daws.

Um problema com os SSRIs é que muitos pacientes deprimidos experimentam benefício terapêutico modesto. Acontece que, enquanto SSRIs bloqueia a atividade do transportador da serotonina, eles não bloqueiam outros "aspiradores". "Até agora nós não confirmávamos a presença de produtos de limpeza para a serotonina. Nós não fomos os primeiros a mostrar a sua presença no cérebro, mas estamos entre os primeiros a mostrar que eles limitam a capacidade dos SSRIs de aumentar a sinalização da serotonina no cérebro. O estudo é o primeiro a demonstrar o reforço do efeito antidepressivo de um SSRI por meio do bloqueio destes " aspiradores" ", afirma Daws.

Mesmo se a atividade SERT é bloqueada, os aspiradores (chamados transportadores de cátions orgânicos) mantém um teto sobre o quão alto os níveis de serotonina podem subir, o que limita a probabilidade de benefício terapêutico ideal para o paciente.

"Neste momento, o composto que temos, decynium-22, não é um agente que queremos dar às pessoas em ensaios clínicos. Nós ainda não estamos lá. Somos capazes de usar este composto para identificar novos alvos no cérebro para a atividade antidepressiva e criar químicos medicinais para desenhar moléculas para bloquear esses aspiradores secundários", concluem os autores.

Fonte: Isaude.net
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