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publicado em 14/06/2013 às 13h11:00
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Representantes do Comando de Operações Especiais realizaram atividades de tirolesa com pacientes de paralisia cerebral do IOT As atividades esportivas ajudam os pacientes a rouperem barreiras físicas e emocionais
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Representantes do Comando de Operações Especiais realizaram atividades de tirolesa com pacientes de paralisia cerebral do IOT
As atividades esportivas ajudam os pacientes a rouperem barreiras físicas e emocionais

Pessoas com paralisia cerebral atendidos no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HCFMUSP, tiveram oportunidade de praticar esportes radicais, nesta quinta-feira (13).

O grupo de Terapia Esportiva do instituto receberá a visita de representantes do Comando de Operações Especiais (COE), liderados por Danilo Fernandes. O grupo de voluntários dará a oportunidade aos pacientes com paralisia cerebral de praticarem rapel e descerem por uma tirolesa.

Entre as qualidades salutares estimuladas através do evento, as principais a serem observadas serão de dar aos participantes a coragem de enfrentar desafios, a capacidade de fazer atividades diferentes das usuais e mostrar que podem vencer barreiras. Através da experimentação, os pacientes se perceberão capazes, cada um em seu limite, de realizar atividades diferentes das encontradas em seu dia a dia. Além do grupo de pacientes, também os cuidadores se beneficiarão da oportunidade, seja como praticantes ou no auxílio aos pacientes.

Atividade é realizada com pacientes com paralisia cerebral pelo grupo de medicina esportiva do Instituto de Ortopedia. Este grupo, multidisciplinar, é composto por ortopedistas, professores de educação física, fisioterapeutas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, auxiliares de enfermagem, psicólogas, fonoaudiólogas e voluntários.

" A terapia esportiva é uma complementação do tratamento hospitalar" , enfatiza o coordenador Felix Andrusaitis.

Durante as aulas, movimentos que seriam impossíveis de serem vistos em consultório podem ser observados pela a equipe multidisciplinar. Num espaço que permite correr, jogar e brincar, fica mais fácil de analisar os movimentos e estimular o desenvolvimento de eventuais dificuldades.

Fonte: USP
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