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publicado em 10/06/2013 às 17h40:00
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Foto: Francesca Rizzo/Foto Stock
Ser capaz de detectar dano cardíaco derivado da quimioterapia em estágio inicial é especialmente importante para crianças, demonstra estudo
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Ser capaz de detectar dano cardíaco derivado da quimioterapia em estágio inicial é especialmente importante para crianças, demonstra estudo

O exame de ressonância magnética detecta os primeiros efeitos da quimioterapia sobre o coração das crianças, de acordo com estudo de pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá.

A quimioterapia com antraciclinas, assim como com doxorrubicina, é um dos tratamentos mais eficazes contra muitos tipos de câncer, incluindo leucemia e linfoma de Hodgkin, câncer de mama, pulmão e ovário. No entanto, também pode levar a danos irreversíveis do coração, que podem não ser evidentes até vários anos após o tratamento.

Segundo os pesquisadores, ser capaz de detectar esse dano em um estágio inicial, a fim de iniciar a terapia preventiva de pessoas afetadas, é especialmente importante em crianças.

A equipe realizou exames de ressonância magnética em crianças e adultos jovens (com idades entre 7 a 19) que estavam em remissão após o tratamento com antraciclina.

Eles descobriram que foram capazes de identificar alterações no músculo cardíaco relacionadas com a formação de fibrose usando um método de ressonância magnética chamado de mapeamento T1, mesmo em crianças cuja função do coração era aparentemente normal por meio do ultrassom.

"Em sobreviventes de câncer infantil, as mudanças na ressonância magnética foram relacionadas à dose de antraciclina dada às crianças. Essas mudanças também são espelhadas pelo afinamento da parede do coração e uma redução na capacidade de exercício. Ao detectar essas mudanças cedo só podemos esperar que futuras pesquisas utilizando essas técnicas possam guiar a identificação precoce e tratamento na tentativa de retardar o aparecimento de lesões cardíacas em crianças que sobreviveram ao câncer", concluem os pesquisadores Edythe Tham e Richard Thompson.

A pesquisa foi publicada no Journal of Cardiovascular Magnetic Resonance.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Quimioterapia    Lesões cardíacas    Câncer infantil    Universidade de Alberta    Edythe Tham   
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