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publicado em 10/06/2013 às 11h38:00
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Manifestantes realizam a Marcha da Maconha na Avenida Paulista Pessoas gritavam
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"Cigarro" feito por manisfestantes para a Marcha da Maconha
Manifestantes realizam a Marcha da Maconha na Avenida Paulista
Pessoas gritavam "Ei polícia, maconha é uma delícia"

A Marcha da Maconha chegou a São Paulo, neste sábado (8). Manifestantes favoráveis à legalização da droga ocuparam o vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na região central da cidade. Carregando um cigarro de maconha gigante, o grupo fechou três faixas da Avenida Paulista e apenas uma ficou livre para deixar passar os ônibus. Aos gritos de " Ei polícia, maconha é uma delícia" , o protesto seguiu em direção à Praça da República, onde está prevista uma extensa programação musical durante a noite.

A organização da marcha calcula que até 5 mil pessoas devem ter participado nos momentos de maior concentração, enquanto o major Élcio Góes, responsável pelos 150 homens da Polícia Militar que acompanharam a manifestação, disse que só faria uma estimativa de público ao final do protesto. Ao fechar ruas e avenidas importantes, como a Augusta e a Consolação, a marcha consegue, na opinião de Marcos Magri, atingir um de seus objetivos. " A manifestação de rua tem como objetivo principal causar impacto na sociedade" , disse.

As discussões levantadas pelo protesto foram representadas por diversos blocos de organização autônoma, como o antimanicomial, o religioso, o medicinal, o psicodélico e o contra a internação compulsória. O panfleto distribuído pela organização do ato coloca entre os problemas causados pela ilegalidade da droga o encarceramento em massa, a violência do Estado e a corrupção.

O modelo segue a ideia de que a política de drogas no Brasil passa por diversos temas, explica uma das representantes do bloco feminista, Gabriela Moncau. " A gente acredita que o Estado faz uma ingerência indevida sobre o corpo dos cidadãos" , diz ao fazer um paralelo entre o direito ao uso de entorpecentes e o direito ao aborto, uma das bandeiras do feminismo. Gabriela destaca ainda que o tráfico é a maior causa da prisão de mulheres, que encarceradas, muitas vezes, enfrentam situações piores do que os homens. " Muitas estão em presídios que eram masculinos e não foram adaptados, tem mictórios no banheiro" , exemplifica.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Isaude.net
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