Ciência e Tecnologia
publicado em 10/06/2013 às 10h31:00
   Dê o seu voto:

 
tamanho da letra
A-
A+
Foto: Purdue Research Foundation
Joshua Alexander ( a esq.) e Mel Chua durante o processo de pesquisa
  « Anterior
Próxima »  
Joshua Alexander ( a esq.) e Mel Chua durante o processo de pesquisa

Inovação desenvolvida por pesquisadores da Purdue University, nos EUA, pode tornar possível para pessoas com perda auditiva severa ouvir sons de alta frequência.

A pesquisa pode representar uma alternativa aos aparelhos auditivos convencionais que não auxiliam as pessoas com perda auditiva grave.

"As pessoas com perda auditiva severa perderam a capacidade de ouvir determinados sons, e mais comumente eles são os de frequência mais elevada. A tecnologia do aparelho auditivo atual funciona melhor para as pessoas com alguma capacidade residual para ouvir estas frequências, mas há muitos desafios para ajudar as pessoas com uma audição muito restrita", afirma Joshua Alexander.

Alexander testou variantes da tecnologia do aparelho auditivo existente, que usa algoritmos para transformar informações de tons altos em uma faixa de tom mais baixa.

"Infelizmente, devido à limitação da faixa de afinação, o aparelho comum trabalha em uma área muito estreita que faz com que diferentes discursos soem muito semelhantes entre si. Há menos para separá-los. Os ouvintes têm que reaprender a perceber um monte de informações na nova faixa de campo, assumindo que os sons podem ser diferentes uns dos outros em primeiro lugar", observa Alexander.

Ao invés de projetar um algoritmo e esperar que a percepção dos ouvintes se acomodasse a ele, Alexander descobriu que os ouvintes necessitam de melhorar a percepção do novo campo de audição. Assim, ele projetou um algoritmo para atender a essas necessidades perceptivas.

"Ao contrário de outros algoritmos que simplesmente deslocam os sons de alta frequência para uma faixa de afinação mais baixa, este algoritmo espelha e vira esses sons. Ao mover os sons da fala mais agudos para as menores frequências, o ouvinte pode mais facilmente reaprendê-los porque eles ainda são diferentes de outros sons da fala", explica Alexander.

Segundo Alexander, o algoritmo aproveita outras diferenças entre os sons da fala para melhorar a percepção, e vários recursos podem ser personalizadas para cada ouvinte. Ele é concebido para complementar as tecnologias existentes de audição e ao invés de competir contra ela, ele pode ser utilizado em conjunto com os implantes cocleares.

Os próximos passos para o desenvolvimento da inovação incluem encontrar parceiros para testar completamente o algoritmo, colocá-lo em aparelhos auditivos e validá-lo com testes adicionais.

Fonte: Isaude.net
  • Indique esta NotíciaIndique esta Notícia
  • Indique esta NotíciaCorrigir
  • CompartilharCompartilhar
  • AlertaAlerta
Link reduzido: 
  • Você está indicando a notícia:
  • Para que seu amigo(a) receba esta indicação preencha os dados abaixo:

  • Você está informando uma correção para a matéria:


Receba notícias do iSaúde no seu e-mail de acordo com os assuntos de seu interesse.
Seu nome:
Seu email:
Desejo receber um alerta com estes assuntos:
Perda auditiva    Perda auditiva severa    Deficiência auditiva    Algoritmo    Purdue University    Joshua Alexander   
Comentários:
Comentar
Deixe seu comentário
Fechar
(Campos obrigatórios estão marcados com um *)

(O seu email nunca será publicado ou partilhado.)

Digite a letras e números abaixo e clique em "enviar"

  • Twitter iSaúde
publicidade
Jornal Informe Saúde

Indique o portal
Fechar [X]
  • Você está indicando a notícia: http://www.isaude.net
  • Para que seu amigo(a) receba esta indicação preencha os dados abaixo:

RSS notícias do portal  iSaúde.net
Receba o newsletter do portal  iSaúde.net
Indique o portal iSaúde.net
Notícias do  iSaúde.net em seu blog ou site.
Receba notícias com assunto de seu interesse.
© 2000-2011 www.isaude.net Todos os direitos reservados.