Saúde Pública
publicado em 10/06/2013 às 10h05:00
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Representantes das secretarias de saúde dos três estados do Sul se reuniram em Curitiba para discutir a política de saúde mental desenvolvida em seus territórios no I Fórum de Saúde Mental Infantojuvenil da Região Sul e o II Colegiado de Coordenadores de Saúde Mental da Região Sul.

Os eventos, organizados pelo Ministério da Saúde, reuniram técnicos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Segundo o coordenador nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do ministério, Roberto Tykanori, " o Sul tem um protagonismo que precisa ser destacado e as ações desenvolvidas pioneiramente na região precisam se espalhar por todo país" .

Ele disse que atualmente o Brasil contabiliza dois mil Centros de Atenção Psicossocial (Caps), o que representa um grande avanço, conquistado a partir da reforma psiquiátrica que determinou a reinserção social de portadores de transtornos mentais. O Paraná tem 103 Caps em todas as regiões.

O coordenador de Atenção às Condições Crônicas da secretaria estadual da Saúde do Paraná, Juliano Gevaerd, destacou os avanços do Estado na área ao instituir a Rede de Atenção à Saúde Mental com propostas claras e orçamento digno para melhorar a atenção a essa população. " O Paraná não possuía uma política clara de saúde mental e o tema era tratado com certa resistência dos profissionais de saúde. Isso mudou graças ao protagonismo do Governo do Estado" , disse Gevaerd.

Esse protagonismo se concretiza com o aumento dos pontos de atenção psicossocial, a qualificação dos profissionais, regulação dos leitos psiquiátricos, a instituição dos comitês regionais de saúde mental e a construção dos planos de ação regionais com o potencial de implantação de novos pontos de atenção.

Outro fator importante foi a implantação do Comitê Intersecretarial de Saúde Mental, que reúne as secretarias estaduais da Saúde, Educação, Justiça, Segurança e Família e Desenvolvimento Social.

As coordenadoras de Saúde Mental de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, Maria Cecília Heckrath e Károl Veiga Cabral, apontaram a necessidade de manter as discussões sobre o tema para garantir avanços e não retrocessos. Os relatos das discussões do fórum e do colegiado serão levados a Brasília como contribuições do sul à política nacional de saúde mental.

Com informações da Agência Paraná de Notícias

Fonte: Isaude.net
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