Profissão Saúde
publicado em 31/05/2013 às 13h31:00
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Foto: Marcelo Horn/Secom RJ
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Woodrow Twight Frisbee, médico americano, entre os cirurgiões Fernando Antonio Lopes Pereira e Gabriela Pupo, na Emergência do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo Woodrow Twight Frisbee, médico americano, e Gabriela Pupo, cirurgiã geral, na Emergência do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo Woodrow Twight Frisbee na Emergência do Hospital Albert Schweitzer
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Woodrow Twight Frisbee, médico americano, entre os cirurgiões Fernando Antonio Lopes Pereira e Gabriela Pupo, na Emergência do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo
Woodrow Twight Frisbee, médico americano, e Gabriela Pupo, cirurgiã geral, na Emergência do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo
Woodrow Twight Frisbee na Emergência do Hospital Albert Schweitzer

Especializado no trabalho com feridos por explosões de bombas, o cirurgião Woodrow Twigtht Frisbee está no Rio de Janeiro para realizar uma reciclagem nas unidades hospitalares do município. Há duas semanas, o médico que já atuou nas guerras do Iraque e Afeganistão troca experiências com brasileiros nas emergências de hospitais como Miguel Couto, Lourenço Jorge e Getúlio Vargas.

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Nesta quinta-feira (30/05), doutor Frisbee voltou pela segunda vez ao Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, para acompanhar o plantão na unidade que realiza cerca de 15 mil atendimentos mensais. De acordo com o chefe da cirurgia da unidade, Alex Sobreiro, o médico norte-americano já acompanhou cirurgias gerais e ortopédicas. Para ele, o intercâmbio tem sido enriquecedor e contribuído até para melhorar a autoestima dos médicos que atuam no Albert Schweitzer. " Ele tem experiência com explosões e nós com ferimento à bala. Essa troca de experiências tem sido muito proveitosa," afirma Sobreiro.

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O cirurgião americano com cerca de 30 anos de profissão acompanhou cirurgias de baleados, intervenção de obstrução intestinal, casos vasculares e cardíacos entre outros procedimentos. " Tem sido uma experiência muito positiva. Nos Estados Unidos, há médicos que não sabem abrir um paciente porque estão só acostumados a fazer cirurgia por vídeo. Se pudesse ficava mais," disse Frisbee.

O médico americano é o primeiro profissional estrangeiro a participar do programa de reciclagem internacional, resultado de parceria entre a Secretaria de Saúde (SES) e a Universidade de Miami, um dos centros de pesquisa que dá suporte ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Em agosto do ano passado, uma equipe formada por médicos e enfermeiros da SES recebeu treinamento no Ryder Trauma Center, da Universidade de Miami.

Fonte: Isaude.net
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