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publicado em 28/05/2013 às 11h30:00
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Foto: Phillip Hobbs/Foto Stock
Crianças que ingeriram a droga apresentaram sintomas que incluem problemas respiratórios, sonolência extrema, dificuldade em andar e letargia
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Crianças que ingeriram a droga apresentaram sintomas que incluem problemas respiratórios, sonolência extrema, dificuldade em andar e letargia

O número de crianças intoxicadas acidentalmente com maconha cresceu após a legalização do uso recreativo da droga no estado do Colorado, nos EUA. É o que revela estudo de pesquisadores do Children's Hospital Colorado e da University of Colorado School of Medicine.

A pesquisa revela que a mudança na lei sobre a maconha tem causado aumento significativo no número de crianças tratadas devido a ingestão acidental de biscoitos, doces, brownies e bebidas contendo a droga.

"Temos visto um aumento na ingestão involuntária de maconha por crianças desde a modificação das leis de drogas no Colorado. Precisamos educar os usuários de maconha, a comunidade e os profissionais médicos sobre os perigos potenciais", afirma o principal autor da pesquisa George Wang.

O estudo, publicado no JAMA Pediatrics, comparou o número de crianças atendidas no serviço de urgência do Children's Hospital Colorado com a ingestão de maconha antes e depois da modificação das leis sobre drogas do Colorado a partir de 2009.

Um total de 1.378 pacientes com menos de 12 anos de idade foram avaliados para ingestões acidentais, 790 antes de 30 de setembro de 2009 e 588 depois de 1 de outubro de 2009.

O número de crianças tratadas por exposição à maconha antes de 30 de setembro foi zero. O número a partir de outubro foi de 14, com oito desses com consumo de produtos alimentares à base de maconha.

Segundo Wang, a maconha de hoje pode ser muito mais forte e estes produtos podem conter concentrações mais altas de THC, o ingrediente ativo da droga. Algumas barras de chocolate com maconha, por exemplo, contêm 300 miligramas de THC.

Produtos comestíveis feitos com maconha têm aparência e sabor parecidos aos dos doces tradicionais, o que aumenta o risco de serem ingeridos pelas crianças.

As crianças que ingeriram a droga apresentaram sintomas que incluem problemas respiratórios, sonolência extrema, dificuldade em andar e letargia. Muitos foram submetidos a uma bateria de testes caros para diagnosticar o seu problema, pois os profissionais médicos não estavam familiarizados com esses sintomas derivados do uso da maconha.

Para Wang, à medida que mais estados do país legalizarem a droga, o problema tende a aumentar. "Antes do boom esses tipos de maconha comestíveis não eram produzidos em massa e a quantidade de THC ingerida era um pouco limitada, mas agora estamos vendo uma força muito maior da maconha. A chave para isso é a prevenção através da embalagem à prova de crianças", conclui.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Fonte: Isaude.net
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