Saúde Pública
publicado em 28/05/2013 às 11h47:00
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Foto: SES/PR
Todos os produtos avaliados foram coletados em mercados de Curitiba, Colombo e Londrina
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Todos os produtos avaliados foram coletados em mercados de Curitiba, Colombo e Londrina

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou, nesta segunda-feira (27), os primeiros resultados do novo sistema de monitoramento da qualidade do leite vendido no Paraná. Desde a semana passada, o Laboratório Central do Estado passou a verificar a presença de substâncias que podem adulterar a composição do leite, como o formol.

De acordo com as análises, das 10 amostras processadas pelo Laboratório Central do Estado, nenhuma apresentou indício de fraude. Foram avaliadas 10 amostras de quatro marcas sob suspeita de adulteração: Líder, Mu-mu, Cativa e Polly. Os laudos já foram encaminhados ao Ministério Público, que está acompanhando os casos de fraude.

Todos os produtos avaliados foram coletados em mercados de Curitiba, Colombo e Londrina. Vigilâncias sanitárias de outros municípios também estão orientadas a coletar amostras, principalmente de lotes produzidos em fevereiro e março.

Segundo o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz, as fiscalizações foram intensificadas depois que produtos irregulares vindos do Rio Grande do Sul estavam sendo vendidos no Paraná. " Por enquanto, não há a comprovação de adulteração nos leites produzidos em nosso Estado" , destacou o superintendente.

Nesta semana, além das amostras já recebidas, o Lacen-PR também avaliará produtos de fornecedores do programa " Leite das Crianças" . A fiscalização de fraude envolve tanto o leite tipo longa vida, quanto o pasteurizado.

De acordo com a diretora do Lacen-PR, Célia Fagundes, a adição de formol é apenas uma das fraudes utilizadas para aumentar o volume do leite. " Já estamos adquirindo uma série de reagentes que vão possibilitar que identifiquemos adulterações com o uso de uréia, amido, cloreto de sódio e água oxigenada" , afirmou.

A maioria das substâncias utilizadas nas fraudes é adicionada em pequenas quantidades e por isso, talvez não causem complicações imediatas. Contudo, se o produto irregular for consumido em grande quantidade ou por um longo período de tempo, a intoxicação por formol, por exemplo, pode causar até o câncer.

Fonte: AGÊNCIA PARANÁ
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