Profissão Saúde
publicado em 15/05/2013 às 12h00:00
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Com o objetivo de discutir as ações adotadas pelo Governo Federal para valorização dos médicos brasileiros e das políticas de incentivo para atuação nas regiões que mais carecem de profissionais, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta terça-feira (14), em Brasília, da primeira reunião da nova diretoria da Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

O ministro esclareceu que as medidas implementadas pelo Ministério da Saúde para atrair médicos estrangeiros, com base na experiência de outros países, consideram formação de qualidade e descartou qualquer revalidação automática de diplomas.

No início deste ano, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) apresentou à presidenta Dilma Rousseff dificuldade em contratar profissionais para atuarem nas regiões mais pobres, como as periferias de grandes cidades, e em pequenos municípios. "Estamos estudando o que outros países fazem. A grande preocupação do Ministério da Saúde é que tenhamos um modelo que garanta um programa especial para as áreas com carência de médicos, que os médicos fiquem fixos naquela área, e a qualidade do profissional", afirmou Padilha.

Com base em experiências internacionais, o Ministério da Saúde avalia duas formas distintas de atração de médicos: a primeira, o médico faz o exame de revalidação de diploma e pode atuar em qualquer região do país. A segunda opção seria o médico entrar com autorização restrita para áreas com maior carência de médicos. Nesse caso, o visto de trabalho e registro profissional são restritos para atuar em determinada região e só na Atenção Básica, por exemplo. Está descartada para o governo federal qualquer medida de revalidação automática de diploma.

Segundo o ministro, trazer médicos estrangeiros não pode ser um tabu no Brasil diante de tantas experiências bem sucedidas. Enquanto no Brasil 1% dos médicos se formou no exterior, na Inglaterra esse índice é de 40% e nos Estados Unidos, 25%. Canadá e Austrália mantém índice de 22% e 17%, respectivamente.

O país hoje possui 1,8 médicos por mil habitantes, índice menor que o da Argentina, que é de 3,2 médicos por mil habitantes, e Portugal e Espanha, ambos com 4 por mil. O presidente da Frente Nacional de Prefeitos e prefeito de Porto Alegre, José Fortunati reforça a necessidade de contratação de mais profissionais: "faltam médicos nas pequenas e médias cidades e nas regiões mais carentes das grandes cidades. Por mais esforços que os prefeitos façam, por mais salários que sejam pagos, na verdade, a população mais carente acaba não contando com a presença do médico no posto de saúde, na unidade básica de saúde, no programa Saúde da Família", ressaltou.

Fonte: Isaude.net
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