Saúde Pública
publicado em 14/05/2013 às 18h33:00
   Dê o seu voto:

 
tamanho da letra
A-
A+
Foto: Wilson Dias/ABr
Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fala na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado
  « Anterior
Próxima »  
Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fala na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta terça (14) que o programa em estudo pelo governo para trazer médicos formados em outros países deve prever que os profissionais permaneçam no país pelo prazo máximo de três anos, atuando apenas na rede pública de regiões carentes. Segundo Mercadante, com essas condições, a medida não pode ser considerada uma " importação" de profissionais.

" Se discute trazer médicos de fora que tenham registro em seu país de origem, que trabalhariam por, no máximo, três anos, em regime provisório. Teria tutoria de universidades e trabalhariam exclusivamente no Sistema Único de Saúde (SUS), em áreas de carência de médico" , disse ao participar de audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. " Não é uma importação de médicos, porque para trazer médicos para trabalhar em outras áreas tem que fazer o Revalida [Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos]" , completou.

O ministro destacou que não haverá flexibilização do Revalida para facilitar a entrada de médicos formados em outros países. O exame é necessário para o profissional exercer a profissão no Brasil. " Se for temporário, para áreas remotas, acho que é um programa que podemos discutir. Não haverá liberação, não vamos aceitar médico sem registro, sem formação, nem vamos flexibilizar o Revalida" , ressaltou.

Mercadante disse aos senadores que faltam médicos no Brasil e destacou que a situação é mais grave em especialidades como pediatria, anestesia e ginecologia. Para estas áreas, ele apontou que será preciso discutir um estímulo específico. O ministro reforçou a falta de médicos no interior do país. " Como tem poucos médicos e o mercado fica aquecido, todos querem ficar nas capitais e o interior fica sem a assistência necessária. A política de expansão de novas matrículas [do Ministério da Educação] leva isso em conta" .

No último dia 7, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que desde o início do ano o governo estuda alternativas para suprir a deficiência de profissionais nas regiões mais remotas do país e analisa a possibilidade de trazer médicos de países como Portugal, Espanha e Cuba. O Conselho Federal de Medicina (CFM) criticou a proposta e a classificou como temerária.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL
  • Indique esta NotíciaIndique esta Notícia
  • Indique esta NotíciaCorrigir
  • CompartilharCompartilhar
  • AlertaAlerta
Link reduzido: 
  • Você está indicando a notícia:
  • Para que seu amigo(a) receba esta indicação preencha os dados abaixo:

  • Você está informando uma correção para a matéria:


Receba notícias do iSaúde no seu e-mail de acordo com os assuntos de seu interesse.
Seu nome:
Seu email:
Desejo receber um alerta com estes assuntos:
médicos estrangeiros no Brasil    Aloizio Mercadante    Sistema Único de Saúde    Comissão de Educação    Cultura e Esporte do Senado    Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos    Revalida    Conselho Federal de Medicina    pediatria    anestesia    ginecologia    Alexandre Padilha   
Comentários:
Comentar
Deixe seu comentário
Fechar
(Campos obrigatórios estão marcados com um *)

(O seu email nunca será publicado ou partilhado.)

Digite a letras e números abaixo e clique em "enviar"

  • Twitter iSaúde
publicidade
Jornal Informe Saúde

Indique o portal
Fechar [X]
  • Você está indicando a notícia: http://www.isaude.net
  • Para que seu amigo(a) receba esta indicação preencha os dados abaixo:

RSS notícias do portal  iSaúde.net
Receba o newsletter do portal  iSaúde.net
Indique o portal iSaúde.net
Notícias do  iSaúde.net em seu blog ou site.
Receba notícias com assunto de seu interesse.
© 2000-2011 www.isaude.net Todos os direitos reservados.