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publicado em 02/05/2013 às 13h15:00
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Foto: Venilton Kuchler/SESA
Número de transplantes realizados no Paraná no primeiro trimestre de 2013 cresceu 12% em relação ao mesmo período do ano passado
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Número de transplantes realizados no Paraná no primeiro trimestre de 2013 cresceu 12% em relação ao mesmo período do ano passado

O número de transplantes realizados no Paraná no primeiro trimestre de 2013 cresceu 12% em relação ao mesmo período do ano passado, subindo de 94 para 105 procedimentos. O balanço trimestral foi divulgado pela Central Estadual de Transplantes.

As Comissões de Procura de Órgãos e Tecidos para Transplante (Copot) nas macrorregionais (Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel) articulam com as regionais de saúde para realizar o procedimento em todo o estado. As comissões atuam na busca ativa de potenciais doadores, trabalhando em parceria com as comissões intra-hospitalares de doação de órgãos e tecidos para transplante.

Entre os transplantes, o que teve o maior aumento no primeiro trimestre deste ano - em relação ao ano passado - foi o de rim (de 61 para 67), seguido pelo de fígado (22 para 25) e pâncreas (de 6 para 8). O procedimento de coração manteve o mesmo resultado (5). Com relação aos transplantes de pâncreas, é importante ressaltar que sete dos oito procedimentos realizados foram conjugados com rins.

A diretora da Central, Arlene Badoch destaca que é fundamental as pessoas que desejam ser doadoras manifestarem essa vontade. " No Brasil, a autorização para a doação de órgãos é feita exclusivamente pela família do doador. A pessoa que deseja doar seus órgãos deve comunicar sua decisão aos familiares, pois não há documento que ateste essa condição" , afirma.

Quando ocorre a morte encefálica e a família autoriza a possível doação de órgãos, a Central de Transplantes é notificada. A partir disto, a Central emite uma lista com possíveis receptores e uma equipe médica é mobilizada para a retirada dos órgãos. " A Casa Militar do Governo do Paraná e a Polícia Rodoviária Federal deixam as aeronaves do Estado (aviões e helicópteros) à disposição para o transporte de órgãos a qualquer momento" , enfatizou a diretora.

Juliano do Santos, 24 anos, morador de Londrina, foi diagnosticado com cirrose hepática criptogência há oito anos, uma doença sem causa definida. Fez diversos tratamentos em Curitiba e mesmo assim precisou do transplante. Ele entrou na fila em outubro de 2012 e em março deste ano recebeu o órgão. Agora ele enfrenta a fase mais difícil, o pós-transplante, que dura em média seis meses. " Minha família está me ajudando muito. O transplante salvou a minha vida e por isso, sempre que posso, eu falo sobre a importância da doação de órgãos" , disse.

Fonte: Isaude.net
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