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publicado em 01/05/2013 às 11h20:00
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Foto: Walter and Eliza Hall Institute
Dra. Krystal Evans, responsável pela pesquisa
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Dra. Krystal Evans, responsável pela pesquisa

Pesquisadores australianos desenvolveram a primeira vacina contra a malária que pode ser adaptada para combater as muitas variantes da doença que existem ao redor do mundo.

Testes em humanos da vacina têm início previsto para o próximo ano.

A nova vacina usa uma cepa geneticamente modificada do parasita da malária para proteger as pessoas que estão em risco da infecção. Ela foi desenvolvida por uma equipe de pesquisadores liderada por Krystal Evans do Walter e Eliza Hall Institute, na Austrália.

A malária mata cerca de 700 mil pessoas por ano, a maioria crianças menores de cinco anos e mulheres grávidas. Todos os anos, milhões de pessoas são infectadas com o parasita da malária, o Plasmodium, que é transmitido através de picadas de mosquito. Estima-se que metade da população mundial esteja em risco de contrair malária, com a doença se concentrando em regiões tropicais e subtropicais.

Apesar da necessidade urgente de uma vacina contra a malária, nenhuma vacina eficaz existe atualmente.

A vacina que está sendo testada ataca o estágio sanguíneo da malária, a fase que é responsável por sintomas como dor de cabeça, febre, calafrios e dores articulares.

De acordo com Evans, o desenho da vacina do parasita atenuado geneticamente (GAP) foi baseado em muitos anos de pesquisa no Walter e Eliza Hall Institute que tinha identificado moléculas críticas no parasita da malária que podem ser reconhecidas pelo sistema imune.

"Teremos a oportunidade de testar a eficácia da vacina induzindo uma resposta imune protetora contra a malária. Se esses testes forem bem sucedidos, o próximo passo será desenvolver a vacina ainda mais, adicionando recursos adicionais para prevenir a transmissão da malária, como modificá-la para coincidir com variantes regionais e espécies do parasita da malária", observa Evans.

A equipe acredita que a vacina GAP representa uma nova abordagem importante para combater a malária. "Uma vacina eficaz poderia oferecer às pessoas em regiões endêmicas de malária proteção de longa duração contra esta doença devastadora. A vacina GAP tem a capacidade de ser modificada para se adequar à variabilidade que ocorre nos casos de malária entre regiões e ao longo do tempo", concluem os pesquisadores.

Fonte: Isaude.net
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