Geral
publicado em 26/04/2013 às 11h46:00
   Dê o seu voto:

 
tamanho da letra
A-
A+
Foto: Life on White/Stock Photo
Estudo ajuda a entender como a exposição à poluição do ar pode aumentar o risco de ataques cardíacos e derrames
  « Anterior
Próxima »  
Estudo ajuda a entender como a exposição à poluição do ar pode aumentar o risco de ataques cardíacos e derrames

A exposição à poluição do ar a longo prazo está ligada ao endurecimento das artérias e a um maior risco de ataques cardíacos e derrames. É o que mostra pesquisa da Universidade de Michigan, nos EUA.

A pesquisa revela que maiores concentrações de material particulado fino no ar (PM 2,5) foram ligadas a um espessamento mais rápido das duas camadas internas da artéria carótida, que fornece sangue para a cabeça, pescoço e cérebro.

Os resultados mostraram, por outro lado, que a redução da exposição ao material particulado no ar ao longo do tempo foi ligadas a uma progressão mais lenta da espessura do vaso sanguíneo.

O estudo foi publicado na revista PLoS Medicine.

A espessura do vaso sanguíneo é um indicador da quantidade de aterosclerose que está presente nas artérias em todo o corpo, mesmo entre pessoas sem sintomas evidentes da doença cardíaca.

"Nossos resultados ajudam a compreender como é que a exposição à poluição do ar pode aumentar o risco de ataques cardíacos e derrames observados por outros estudos", afirma a líder da pesquisa Sara Adar.

Os pesquisadores acompanharam 5.362 pessoas com idades entre 45 e 84 anos de seis áreas metropolitanas dos Estados Unidos. Os pesquisadores foram capazes de vincular os níveis de poluição do ar estimados na casa de cada pessoa com duas medidas de ultrassom dos vasos sanguíneos, separados por cerca de três anos.

Após o ajuste para outros fatores como o tabagismo, os autores descobriram que, em média, a espessura da carótida aumentou 14 micrômetros a cada ano. Os vasos de pessoas expostas a níveis mais altos de poluição do ar, no entanto, endureceu mais rapidamente do que o das pessoas que vivem na mesma área metropolitana.

"Ligando estes resultados a outros estudos da mesma população sugerimos que pessoas que vivem em uma parte mais poluída da cidade podem ter 2% maior risco de acidente vascular cerebral em comparação com as pessoas de uma parte menos poluída da mesma área metropolitana", explica Adar.

Fonte: Isaude.net
  • Indique esta NotíciaIndique esta Notícia
  • Indique esta NotíciaCorrigir
  • CompartilharCompartilhar
  • AlertaAlerta
Link reduzido: 
  • Você está indicando a notícia:
  • Para que seu amigo(a) receba esta indicação preencha os dados abaixo:

  • Você está informando uma correção para a matéria:


Receba notícias do iSaúde no seu e-mail de acordo com os assuntos de seu interesse.
Seu nome:
Seu email:
Desejo receber um alerta com estes assuntos:
Poluição do ar    endurecimento das artérias    Universidade de Michigan    Sara Adar   
Comentários:
Comentar
Deixe seu comentário
Fechar
(Campos obrigatórios estão marcados com um *)

(O seu email nunca será publicado ou partilhado.)

Digite a letras e números abaixo e clique em "enviar"

  • Twitter iSaúde
publicidade
Jornal Informe Saúde

Indique o portal
Fechar [X]
  • Você está indicando a notícia: http://www.isaude.net
  • Para que seu amigo(a) receba esta indicação preencha os dados abaixo:

RSS notícias do portal  iSaúde.net
Receba o newsletter do portal  iSaúde.net
Indique o portal iSaúde.net
Notícias do  iSaúde.net em seu blog ou site.
Receba notícias com assunto de seu interesse.
© 2000-2011 www.isaude.net Todos os direitos reservados.