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publicado em 15/04/2013 às 10h00:00
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Foto: Divulgação/Rutgerkol
Pesquisa irá ajudar a compreender os mecanismos que regulam o ritmo cardíaco
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Pesquisa irá ajudar a compreender os mecanismos que regulam o ritmo cardíaco

Cientistas da Mount Sinai School of Medicine, nos EUA, descobriram 14 novas variações genéticas que estão associadas à frequência cardíaca.

Uma vez que a frequência cardíaca é um marcador da saúde cardiovascular, as descobertas podem fornecer uma melhor compreensão da regulação genética do batimento cardíaco e é um primeiro passo para a identificação de novos alvos para o tratamento da doença cardiovascular.

O estudo foi publicado na revista Nature Genetics.

Liderado por pesquisadores Icahn School of Medicine at Mount Sinai e do Medical Research Council Epidemiology Unit in Cambridge, UK, a colaboração envolveu 268 pesquisadores de 211 instituições, bem como seis grandes consórcios de investigação.

A fim de obter nova compreensão sobre a regulação genética da frequência cardíaca, a pesquisadora Ruth Loos e seus colegas passaram três anos trabalhando em um estudo de associação do genoma usando dados de 181.171 participantes de 65 estudos, durante 2009 e 2012.

"Sem qualquer hipótese anterior, estudamos o genoma humano na esperança de identificar novas variações genéticas que ninguém antes tinha sequer imaginado que desempenhava um papel na regulação da frequência cardíaca. Esta descoberta é apenas o começo de algo novo e excitante e provavelmente poderá ser utilizada para identificar novos fármacos que podem ser aplicados no tratamento de perturbações do ritmo cardíaco", afirma Loos.

Em um estudo de acompanhamento, a regulação experimental da expressão de genes foi realizada em moscas de fruta e peixe zebra, para entender melhor como as variações genéticas podem afetar a frequência cardíaca.

Estas experiências identificaram genes com um papel na regulação do ritmo cardíaco, na transmissão do sinal, no desenvolvimento embrionário do coração, bem como distúrbios cardíacos, tais como cardiomiopatia dilatada, insuficiência cardíaca congênita e insuficiência cardíaca súbita. "Nossas descobertas em seres humanos, bem como em moscas de frutas e peixe-zebra fornecem maior entendimento sobre os mecanismos que regulam o ritmo cardíaco", destaca o principal autor da pesquisa Marcel den Hoed.

Segundo os pesquisadores, o estudo triplicou o número de variações genéticas que são conhecidas por serem associadas com a frequência cardíaca, algumas das quais também estão associadas a outros fatores de risco cardiovasculares e distúrbios do ritmo cardíaco.

Fonte: Isaude.net
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