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publicado em 07/04/2013 às 11h42:00
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Na próxima sexta-feira (12), um mutirão vai coletar assinaturas para aprovação dos 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde.

O evento terá participação da Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP), Associação Paulista de Medicina (APM), de centrais sindicais, movimentos populares de aposentados, idosos, entre outros.

Sete partidos com vereadores na Câmara de São Paulo também já confirmaram presença: PV, PPS, PSDB, PSB, PSOL, PMDB. Às 16 horas, haverá o pronunciamento das lideranças, destacando a urgência de o Sistema Único de Saúde receber mais recursos.

De acordo com a classe médica, hoje a saúde pública enfrenta uma grave crise de financiamento e gestão. Grande parte dos 150 milhões de brasileiros que dependem do Sistema Único de Saúde SUS) não recebe atendimento adequado, quando recebe atendimento.

A proposta

Com o objetivo de obter mais recursos para o SUS, a Associação Médica Brasileira (AMB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Academia Nacional de Medicina pretendem encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei de iniciativa popular que propõe destinar 10% do orçamento federal para a saúde.

Pela Constituição, os municípios brasileiros já devem destinar 15% de seus orçamentos, e os Estados, 12%. Já o governo federal não tem vinculação orçamentária para a saúde. Para que melhorias ocorram, é necessário coletar 1,4 milhão de assinaturas de eleitores do país. Até agora, há 1 milhão de assinaturas colhidas.
O movimento conta também com apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e de outras entidades da área da saúde. A proposta de disseminar a ação no estado de São Paulo é conseguir mais assinaturas na capital e nas cidades do interior e, paralelamente, o apoio de quem defende a qualidade da saúde pública.

" A campanha é muito importante e representa a última instância para chegar ao número de assinaturas necessário. Dessa forma, poderemos encaminhar o projeto de lei ao Congresso e ter expectativas sobre um melhor financiamento da saúde brasileira" , afirma Florisval Meinão, presidente da APM.

Fonte: Isaude.net
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