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publicado em 30/03/2013 às 10h53:00
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O antirretroviral raltegravir, fabricado pelo laboratório MSD e conhecido comercialmente como Isentress, terá nova apresentação tabletes mastigáveis de 25 mg e 100 mg para facilitar o tratamento de crianças de dois a 12 anos de idade infectadas com HIV.

Além da nova formulação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também está estendendo a indicação do comprimido de 400 mg para a faixa etária de 6 a 12 anos.

A medicação é a única disponível no Brasil pertencente a uma classe inovadora de antirretrovirais (que inibe a integração do material genético do HIV ao DNA humano) e já é usada com sucesso em adultos para o combate ao vírus da Aids.

O laboratório informa estar agora trabalhando para atualização da bula do medicamento com a recomendação para uso pediátrico e aguarda a definição de preços da versão mastigável para lançamento no mercado nacional.

O Raltegravir é o inibidor da integrase fabricado pela MSD, indicado em terapia combinada para o tratamento da infecção por HIV em pacientes adultos e pediátricos a partir dos dois anos de idade (virgens de tratamento ou não). Funciona ao inibir a integração do material genético do HIV ao DNA humano pela enzima integrase e demonstra atividade antiviral rápida.

A inibição da integrase de realizar essa função essencial limita a capacidade de o vírus se replicar e infectar novas células. Outros medicamentos para o HIV em uso inibem outras enzimas fundamentais para o processo de replicação do HIV a protease e a transcriptase reversa.

Atualmente, o raltegravir é o único inibidor da integrase aprovado para o tratamento do HIV

Atualmente, o raltegravir é o único inibidor da integrase aprovado para o tratamento do HIV. A FDA aprovou este remédio como o primeiro medicamento de uma nova classe de drogas, conhecida como inibidoras da integrase do HIV, para uso em pacientes adultos em outubro de 2007, por meio da priorização da análise do registro da medicação.

O projeto foi idealizado para fornecer aos pacientes o acesso antecipado a novas drogas promissoras para o tratamento de doenças graves com base em dados clínicos que mostrassem efeitos positivos da terapia com esses medicamentos. No Brasil, o medicamento, aprovado pela Anvisa, começou a ser disponibilizado no ano seguinte.

Raltegravir é aprovado em terapia de combinação em mais de 45 países para uso em pacientes adultos com HIV que nunca haviam recebido tratamento e em mais de 90 países para uso em pacientes adultos com HIV que já receberam tratamento. E agora também tem indicação pediátrica em alguns países (Estados Unidos e Brasil).

O medicamento não cura a infecção pelo HIV. Os pacientes devem permanecer em tratamento contínuo para controlar a infecção pelo vírus e diminuir doenças relacionadas ao HIV.

Fonte: AGENCIA AIDS
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