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publicado em 14/03/2013 às 18h00:00
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Pesquisadores do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, nos EUA, descobriram um novo anticorpo monoclonal que pode atacar proteínas localizadas no interior de células cancerosas.

Ao contrário de outras terapias que podem ter como alvo apenas proteínas localizadas no exterior das células cancerígenas, o novo anticorpo monoclonal, chamado ESK1, ataca uma proteína que se encontra no interior da célula.

ESK1 é dirigido a uma proteína chamada WT1, que é expressa em excesso em uma gama de leucemias e outros cânceres, incluindo mieloma, câncer de mama, ovário e colorretal.

WT1 é um alvo de alta prioridade para medicamentos contra o câncer, porque é uma proteína oncogênica, ou seja, que dar suporte para a formação do câncer. Além disso, ela é encontrada em poucas células saudáveis, de modo que o tratamento tem menos probabilidade de causar efeitos secundários.

"Esta é uma nova abordagem para atacar WT1, um alvo importante de câncer, com uma terapia de anticorpos. Isso é algo que não era possível anteriormente. Não tem havido uma maneira de criar medicamentos de moléculas pequenas que podem inibir a função de WT1. Nossa pesquisa mostrou que podemos usar um anticorpo monoclonal que reconhece uma proteína dentro da célula associada ao câncer, e ele vai destruir a célula doente", explica David A. Scheinberg.

Os primeiros resultados mostram promessa para o tratamento de leucemia. Os investigadores mostraram que ESK1 sozinho foi capaz de reconhecer os peptídeos WT1 e matar as células cancerosas no tubo de ensaio e também em modelos de rato de dois diferentes tipos de leucemia humana. "Ficamos surpresos que o anticorpo tenha funcionado tão bem por conta própria. Esperávamos que tivéssemos que utilizar o anticorpo como um portador para entregar um fármaco ou uma terapia radioativa para matar as células cancerosas, mas isso não foi necessário", ressalta Scheinberg.

Estudos adicionais devem ser feitos no laboratório antes que ESK1 esteja pronto para ser testado em pacientes.

A pesquisa foi relatada na revista Science Translational Medicine.

Fonte: Isaude.net
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