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publicado em 11/03/2013 às 15h39:00
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Bianca de Oliveira Pelici, autora do estudo Voluntário participa de teste: simulação de uma altitude equivalente a 2.500 metros Engenheiro Sergio da Silva Lacerda
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Bianca de Oliveira Pelici, autora do estudo
Voluntário participa de teste: simulação de uma altitude equivalente a 2.500 metros
Engenheiro Sergio da Silva Lacerda

A cafeína melhora em 12% o desempenho de atletas em altitudes elevadas. É o que aponta a pesquisa da Faculdade de Educação Física (FEF) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Já é consenso na literatura que a cafeína melhora muito o desempenho aeróbio de esportistas no nível do mar. Porém, é pouco estudado se a substância seria indicada para quem pratica esportes em altitudes elevadas" , explica o autor do estudo, o educador físico Bruno de Paula Caraça Smirmaul.

Os testes foram realizados nos laboratórios da Universidade de Kent, durante período de estudos na Inglaterra. Segundo ele, só duas pesquisas anteriores à dele mostram este aspecto sem, no entanto, esclarecer sobre os mecanismos que levam a cafeína a ser tão eficaz, particularmente em altitude, em que a fadiga muscular ocorre de forma mais rápida.

Desde 2004, a substância foi liberada pela Agência Mundial Antidoping e, no entanto, persistem dúvidas quanto à sua utilização. Smirmaul relata que muitos atletas ainda desconhecem a liberação, e acabam não fazendo uso da cafeína para incrementar os resultados do seu esforço. Ele recomenda que os praticantes de esportes como, por exemplo, corrida, escalada e futebol, quando estiverem em altitudes elevadas, façam a ingestão da substância para um efeito benéfico.

Desde 2004, a substância foi liberada pela Agência Mundial Antidoping

Os sete voluntários do estudo se submeteram a exercícios em uma bicicleta ergométrica e, a partir de um equipamento que reduz a fração de oxigênio, foi realizada a simulação de uma altitude equivalente a 2.500 metros do nível do mar. " Desta forma, pudemos mensurar diversos parâmetros como fadiga periférica e central, frequência cardíaca, saturação de oxigênio, lactato e, até mesmo, oxigenação cerebral para entender o mecanismo pelo qual a cafeína melhora o desempenho dos indivíduos" , esclarece.

A pesquisa comparou o efeito da ingestão de cafeína e de placebo, mas os voluntários não tinham conhecimento quando estavam ingerindo um ou outro. Com isso, foi possível perceber que a cafeína diminuiu substancialmente a sensação de fadiga e a percepção de esforço dos sujeitos e melhorou parâmetros neuromusculares durante os exercícios.

Com informações da Unicamp

Fonte: Isaude.net
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