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publicado em 03/03/2013 às 13h00:00
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Foto: Governo do Amazonas
Malária e dengue ajudam a formar 78,6% da carga de doença ambiental.
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Malária e dengue ajudam a formar 78,6% da carga de doença ambiental.

Em 12 anos, a soma total dos custos das doenças fortemente atribuíveis a fatores ambientais em Manaus, capital do Amazonas, foi estimada em mais de R$ 286 milhões. A conclusão é de uma pesquisa feita de 1998 a 2009 pelo pesquisador Marcilio Sandro de Medeiros, da Fiocruz Amazônia, que considerou valores corrigidos pelo Índice Geral de Preços do Mercado para o ano de 2009. Artigo com um resumo do estudo foi publicado na revista Ciência & Saúde Coletiva.

A pesquisa identificou que as doenças cardiovasculares, as infecções respiratórias das vias aéreas inferiores e as doenças diarreicas são responsáveis por 78,6% da carga de doença ambiental. Outras doenças como tuberculose, malária, hepatites virais, dengue, neoplasias e consumo de drogas e álcool completam a carga. Das doenças estudadas, as diarreias possuem a maior fração atribuível a fatores ambientais: 94% dos casos. Já as infecções respiratórias das vias aéreas inferiores respondem por 41% e as doenças cardiovasculares por 16%.

As causas de internação hospitalar foram agrupadas com base nos estudos de Carga Global de Doença e da Análise Comparativa de Risco da Organização Mundial da Saúde. O valor foi estimado por meio da soma dos gastos hospitalares com tratamento das doenças atribuíveis a fatores ambientais com os valores dos dias de trabalho perdidos resultante da permanência em leito hospitalar, estimados a partir da remuneração média dos trabalhadores de Manaus. Os dados ainda foram calibrados levando-se em consideração a cobertura da população com plano de saúde privado.

De acordo com Medeiros, a equipe agora está aplicando a mesma metodologia para estimar os custos da carga de doença ambiental em toda a Amazônia Legal. Os dados preliminares devem ser divulgados em agosto deste ano. "O objetivo do projeto é ajudar a estabelecer prioridades no emprego dos recursos públicos, que são escassos, e criar ferramentas para dialogar com os gestores e a sociedade sobre estas prioridades", explica.

Com informações da Fiocruz

Fonte: Isaude.net
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