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publicado em 16/02/2013 às 10h02:00
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A administração de um composto derivado de uma planta da medicina chinesa é capaz de prevenir e tratar a doença de Alzheimer. É o que revela estudo de pesquisadores da Xuanwu Hospital of Capital Medical University, na China.

A pesquisa mostra que o composto tetrahydroxystilbene glucoside (TSG) extraído da Polygonum multiflorum Thunb inverte a superexpressão e o acúmulo da proteína a-sinucleína em camundongos.

Acumulação anormal de a-sinucleína pode formar agregados insolúveis que têm sido implicados em várias doenças neurodegenerativas, incluindo a doença de Parkinson, demência e doença de Alzheimer. Os investigadores descobriram agora que a superexpressão da a-sinucleína aumenta com a idade e têm demonstrado agregados de a-sinucleína no hipocampo de ratos mais velhos em comparação com controles normais.

"Nossos resultados levantam a possibilidade de que TSG pode ser um novo composto para o tratamento da doença de Alzheimer", afirma o pesquisador Zhang Lan.

O estudo utilizou um modelo animal específico da doença de Alzheimer, o APPV717I transgenic (Tg). Em trabalhos anteriores, os autores mostraram que estes ratos começam a mostra deficiências cognitivas aos 4 meses de idade e desenvolvem placas amilóides no cérebro que são evidentes aos 10 meses.

Primeiro, a equipe dividiu ratos Tg de 4 meses de idade em três grupos que receberam diariamente administração intragástrica de água destilada (controles), baixa dose de TSG ou doses elevadas do composto.Os ratos foram tratados até os 10 meses de idade.

Em uma segunda série de experiências, aos 10 meses de idade, os ratos foram divididos em grupos de controle semelhantes e grupos tratados com TSG e foram tratados durante 6 meses.

Os resultados mostraram que o RNA mensageiro da a-sinucleína e os níveis de expressão de proteína aumentam de uma forma dependente do tempo no hipocampo de ratos Tg entre as idades de 4 e 16 meses e que o acúmulo de a-sinucleína era perceptível aos 16 meses. Aumento da proteína relacionado à idade também foram observados nos ratos controle, mas a um grau menor.

"Nós sugerimos que, além do aumento de beta amiloide e placas amilóides, a superexpressão e acúmulo de a-sinucleína no hipocampo pode ser parcialmente responsável pelo comprometimento cognitivo neste modelo de rato Tg com Alzheimer", observa o investigador principal Lin Li.

A análise dos grupos mostrou que o tratamento com TSG a partir da idade de 4 a 10 meses significativamente reduziu o acúmulo de a-sinucleína no hipocampo dos ratos Tg, e o efeito foi mais forte na dose mais elevada. Além disso, os dados sugerem que o composto pode ter efeito mesmo após o surgimento de alterações neuropatológicas.

Fonte: Isaude.net
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