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publicado em 06/02/2013 às 09h45:00
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Partículas que afetam mães grávidas vêm principalmente da queima de combustíveis fósseis
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Partículas que afetam mães grávidas vêm principalmente da queima de combustíveis fósseis

Mulheres grávidas expostas à poluição do ar emitida por veículos são significativamente mais propensas a ter bebês menores.

A pesquisa, maior já feita sobre o tema, sugere que quanto maior o nível de poluição, maior a taxa de baixo peso ao nascer.

Baixo peso ao nascer está associado com sérios problemas de saúde, incluindo aumento do risco de morte perinatal, bem como problemas de saúde e problemas crônicos de saúde mais tarde na vida.

"Com o aumento da poluição do ar, podemos ver que mais bebês são menores no nascimento, o que por sua vez os coloca em risco de problemas de saúde mais tarde na vida. Estas partículas microscópicas, cinco vezes menores do que a espessura de um cabelo humano, são parte do ar que respiramos todos os dias. O que nós mostramos é que definitivamente estes níveis já têm um efeito sobre as mulheres grávidas", afirma a líder da pesquisa Tanja Pless-Mulloli.

O estudo analisou dados de mais de três milhões de nascimentos em nove países em 14 locais no Reino Unido, Europa, América do Norte, América do Sul, Ásia e Austrália. Um bebê considerado com baixo peso é aquele que nasce com menos de 2,5 kg.

No Reino Unido, os pesquisadores da Universidade de Newcastle usaram registros de mais de 50 anos. Analisando status socioeconômico e a ocupação, eles foram capazes de correlacionar a quantidade de partículas ao ar livre com o peso de nascimento das crianças.

Os pesquisadores observaram que as nações com regulamentos mais rígidos sobre a poluição do ar têm níveis mais baixos destas partículas poluentes do ar.

"Gostaríamos que os políticos utilizassem os resultados deste estudo para informar as decisões sobre se os níveis permitidos de poluição do ar devem ser mudados. Nós instamos os países a rever seus padrões de poluição do ar para incluir estimativas de crescimento de recém-nascidos, como medida de padrões de qualidade do ar", afirma Pless-Mulloli.

Apesar dos resultados, a equipe afirma que isso não deve impedir as futuras mães a realizarem exercício ao ar livre, já que os benefícios de se manter ativa na gravidez são bem conhecidos.

O estudo foi publicado na revista Environmental Health Perspectives.

Fonte: Isaude.net
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