Saúde Pública
publicado em 06/02/2013 às 13h40:00
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Projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, nos próximos 20 anos, a depressão sairá do quarto para o segundo lugar no ranking de doenças dispendiosas e fatais, sendo uma das principais causas da saída do mercado de trabalho dos portadores e de solicitação de auxílio-doença.

Além da qualidade de vida, a depressão também afeta o desempenho e a produtividade. Dados da Previdência Social revelam que os transtornos mentais ocupam a quarta colocação na concessão de auxílio-doença, sendo que entre os problemas mentais, a depressão é a responsável pela maioria das concessões desse benefício.

Em 2011, a Previdência concedeu 169.124 auxílios-doença relacionados a transtornos mentais e comportamentais e desses 77.160 foram motivados por depressão. A situação não se alterou no primeiro semestre de 2012, foram 47.221 auxílios-doença relacionados a transtornos mentais, com 17.819 ligados a episódios de depressão. Atualmente, a enfermidade atinge 15% da população mundial, ou seja, uma em cada seis pessoas desenvolverá depressão em alguma fase da vida

Primeiros sinais aparecem entre os 20 e 50 anos

Embora seja uma doença com grande incidência em pessoas da terceira idade, qualquer pessoa, de qualquer faixa etária pode ser atingida pela depressão, segundo o psiquiatra Kalil Duailibi, Professor Titular de Psicopatologia do Instituto de Psiquiatria e Psicanálise de São Paulo e Presidente do Departamento de Psiquiatria da Associação Paulista de Medicina (APM).

Com a prevalência maior em mulheres, os primeiros sinais do transtorno geralmente surgem entre os 20 e 50 anos, normalmente um período profissional extremamente produtivo. Assim é fundamental não subestimar o problema e procurar ajuda médica o quanto antes" , alerta o médico.

"É comum o paciente se sentir cansado, apresentar alterações de sono e apetite e não ter prazer nas atividades e também apresentar dificuldade em se concentrar, de tomar decisões, fica lentificado em seu pensamento e memória, isso acaba tendo reflexos na vida pessoal e profissional. Muitas vezes a pessoa apresenta sintomas como estes e acaba sendo demitido, o que termina aumentando, ainda mais, seus sintomas depressivos. É preciso procurar um especialista, para que ele possa investigar as causas dos sintomas e indicar o melhor tratamento. E principalmente seguir as orientações médicas" , aconselha o médico.

Fonte: Isaude.net
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