Saúde Pública
publicado em 23/01/2013 às 15h14:00
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Foto: José Pantoja/ Sespa
Foto: Cláudio Santos/ Ag. Pará
Governo do Pará já está com o planejamento para as campanhas de prevenção sobre os acidentes de motor que causam escalpelamento pronto Socorro Silva, coordenadora da Comissão Estadual de Erradicação dos Acidentes de Motor com Escalpelamento (CEAAE).
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Governo do Pará já está com o planejamento para as campanhas de prevenção sobre os acidentes de motor que causam escalpelamento pronto
Socorro Silva, coordenadora da Comissão Estadual de Erradicação dos Acidentes de Motor com Escalpelamento (CEAAE).

O governo do Pará concluiu o planejamento das campanhas de prevenção a acidentes com motores de barcos, que causam escalpelamento, cujas sequelas nas vítimas são muito graves, tanto físicas como emocionais. Somente no Marajó, em 2012, foram registrados quase a metade do total de ocorrências. Dos 29 comitês municipais instalados no estado, a região possui 16, que são fortalecidos com as campanhas sazonais do governo. Os comitês funcionam desde 2011, em municípios com maior números de casos.

A primeira ação da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) acontecerá durante o Carnaval. Dez municípios do interior receberão as equipes da Comissão Estadual de Erradicação dos Acidentes de Motor com Escalpelamento (CEAAE), que em 2013 trabalha em parceria com a Vigilância em Saúde da Sespa, visando a conscientização da gravidade deste tipo de ocorrência. Socorro Silva, coordenadora da CEAAE, explicou que o trabalho em parceria é parte da estratégia da Sespa para atingir o maior número possível de pessoas nos períodos de maior fluxo.

As sequelas de um escalpelamento podem ser muito graves. Em alguns casos, a vítima pode perder parte ou a totalidade do couro cabeludo, as orelhas e até as sobrancelhas. Além das lesões físicas, o trauma emocional dura a vida inteira, por isso o paciente precisa de acompanhamento constante. No Pará, a Santa Casa de Misericórdia é o hospital de referência no tratamento de escalpelados. Uma equipe multidisciplinar, formada por enfermeiros, cirurgiões plásticos, psicólogos e outros profissionais, é responsável pela saúde física e emocional das vítimas. A Secretaria de Educação ainda dá suporte educacional para crianças e adolescentes internados, que tem seus estudos continuados durante todo o processo.

No Pará, desde que o governo começou a acompanhar os casos de escalpelamento, em 1979, foram registrados mais de 390 acidentes. Em 2012 foram 13 ocorrências, cinco a mais que em 2011, quando oito mulheres se acidentaram.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Escalpelamento    Sequelas    População ribeirinha    Pará    Campanha de prevenção   
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