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publicado em 23/01/2013 às 09h00:00
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Foto: Tracy Nors/Foto Stock
Um em cada três brancos que morrem de overdose de cocaína é portador de variantes que tornam a droga particularmente mortal
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Um em cada três brancos que morrem de overdose de cocaína é portador de variantes que tornam a droga particularmente mortal

Cientistas da Ohio State University, nos EUA, identificaram mutações genéticas comuns em dois genes que interagem na presença de cocaína para produzir um risco quase oito vezes maior de morte como resultado do abuso da droga.

A pesquisa revela que um em cada três brancos que morreram de overdose de cocaína é portador de variantes que tornam a droga particularmente mortal.

As variantes são encontradas em dois genes que afetam a forma como a dopamina modula a atividade cerebral. A dopamina é um mensageiro químico vital para a função normal do sistema nervoso central, e a cocaína é conhecida por impedir os transportadores no cérebro de absorver dopamina após a sua liberação.

Os mesmos genes da dopamina são também alvo de medicamentos para vários distúrbios psiquiátricos. Os pesquisadores dizem que essas descobertas podem ajudar a determinar como os pacientes vão responder a determinados medicamentos com base na presença da mutação.

Os cientistas tinham identificado previamente um total de sete mutações em dois genes relacionados com a dopamina, alguns dos quais foram ligados ao risco de morte por abuso de cocaína. Estudos anteriores mostraram que as mutações tinham funções específicas, uma variante foi associada com um aumento de quase três vezes no risco de morte por uso de cocaína.

Uma análise estatística que dissecou as complexas interações entre as variantes combinadas com exposição à cocaína revelou interações gene-gene-ambiente que poderiam aumentar dramaticamente o risco de morte por abuso de cocaína.

"Encontrar um fator de impacto de 8 vezes nos surpreendeu. Além disso, isso representa um novo paradigma. Daqui para frente, podemos perguntar se tais interações que existem entre as variantes podem ser uma variação normal na população. Esses tipos de interações podem ser a base genética do comportamento", afirma o autor sênior Wolfgang Sadee.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Cocaína    Interações genéticas    Overdose    Risco de morte    Ohio State University    Wolfgang Sadee   
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