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publicado em 21/01/2013 às 16h30:00
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Crianças com TDAH têm dificuldade em prestar atenção, não concluem as tarefas e estão frequentemente distraídas
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Crianças com TDAH têm dificuldade em prestar atenção, não concluem as tarefas e estão frequentemente distraídas

Cientistas da Universidade do País Basco, na Espanha, desenvolveram uma ferramenta que pode melhorar não só o diagnóstico, mas também o tratamento do transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

A ferramenta utiliza a genotipagem para ajudar a confirmar o diagnóstico, prever como a doença vai evoluir e selecionar o tratamento farmacológico mais adequado em cada caso.

A prevalência do TDAH é entre 8% e 12% entre a população infanto-adolescente no mundo todo, e 50% continuam com os sintomas na vida adulta. As crianças com TDAH têm dificuldade em prestar atenção, não concluem tarefas e são frequentemente distraídas. Eles também podem apresentar comportamento impulsivo e atividade excessiva. "Todos esses sintomas afetam seriamente a vida social, acadêmica e profissional dos indivíduos, e têm muito impacto sobre suas famílias", afirma a líder da pesquisa Alaitz Molano.

Molano e seus colegas estudaram como polimorfismos genéticos (variações na sequência de DNA entre diferentes indivíduos) são associadas com TDAH. "Olhamos para todas as associações que haviam sido descritas anteriormente na literatura mundial, e fizemos um estudo clínico para ver se esses polimorfismos também ocorreram na população espanhola. A razão é que as associações genéticas variam muito entre algumas populações", explica.

Cerca de 400 amostras de saliva de pacientes com TDAH e mais 400 amostras de indivíduos saudáveis sem histórico de doenças psiquiátricas foram analisadas. A utilização de mais de 250 polimorfismos levou à descoberta de 32 polimorfismos associados não apenas com o diagnóstico de TDAH, mas também com a evolução da doença, com seu subtipo, a gravidade da sintomatologia e a presença de co-morbidades.

Com base nestes resultados, Molano propôs a utilização de um chip de DNA com os 32 polimorfismos como uma ferramenta não só para o diagnóstico, mas também para o cálculo da susceptibilidade genética para diferentes variáveis (resposta a tratamentos, normalização sintomas, etc.).

O estudo também confirmou a existência dos três subtipos de TDAH: desatenção, hiperatividade e uma combinação. "Pode ser visto que a base genética das crianças que pertencem a um ou outro subtipo é diferente", explica Molano.

A equipe espera que a ferramenta possa chegar à prática clínica.

Fonte: Isaude.net
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