Saúde Pública
publicado em 16/01/2013 às 19h30:00
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Dados do relatório "Mantendo a iniciativa para superar o impacto global de doenças tropicais negligenciadas" da Organização Mundial da Saude, publicado nesta quata-feira(16) em Genebra, destaca queda dos casos de hanseníase nos países das Américas e Africa, ao contrario de outras regiõesdo mundo. O documento analisa o período entre 2004 e 2011.

Nos países de língua portuguesa, Angola destaca-se ao ter baixado 75,9% dos novos casos. Moçambique reduziu 75% e o Brasil, com o segundo maior número de casos do mundo, em pouco mais de 31%.

Segundo Regina Ungerer , médica da OMS, doença, também conhecida por lepra, é uma das que se pretende eliminar a nível global até 2020. Ungerer disse que para se alcançar a meta também é necessário abordar fatores sociais.

"Estas doenças são da pobreza, do desenvolvimento e da exclusão social. Então, não existe só a questão de enfrentar a doenças. Temos que enfrentas os problemas das desigualdades sociais, os determinantes sociais da saúde, emprego para as pessoas, moradia, acesso a água potável . Só com essas medidas que na verdade não têm nada a ver com a saúde diminui enormemente o número das doenças, disse. Apesar da redução de casos, em mais da metade, a Índia continua como o maior número de doentes.

Desafios e estratégias

A agência aborda desafios para eliminar a bilharziose (esquistossomose), que afeta Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. As nações lusófonas estão no grupo de 30 países da África subsaariana onde se registam 99% dos casos . Cabo Verde é destacado no relatório por integrar os nove países que não registaram casos de raiva canina em 2011. A doença não é mais considerada endêmica por não ter sido detetada nem em homens nem nos animais.

Angola aparece como um dos países que registra a doença do sono, também conhecida como tripanossomíase. A doença, ainda endemica em 24 nações, não é detectada há mais de 30 anos na Guiné-Bissau. Por outro lado, casos de raiva humana transmitida por morcegos aumentam as preocupações da OMS, principalmente em áreas remotas da região amazónica com destaque para o Brasil, Colômbia, Equador e Peru.

O documento destaca planos do Brasil para eliminar o tracoma, a principal causa mundial da cegueira prevenível. Os desafios citados no documento incluem o combate à doença de chagas, que também afeta o país e indica uma mudança no padrão epidemiológico da co-infeção do parasita da doença de chagas e o vírus HIV.

Com informações da ONU

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Hanseníase    OMS    Américas    áfrica    Esquistossomose    Doença de chagas    Tripanossomíase    Raiva humana   
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