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publicado em 16/01/2013 às 18h37:00
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Estudo inédito do Instituto de Psicologia da UnB mostrou como a dança pode ajudar crianças com paralisia cerebral a melhorar seus movimentos. A fisioterapeuta Elizabeth Maia estudou a evolução da capacidade motora de seis crianças, com idades entre 5 e 9 anos, a partir de sessões em que elas eram estimuladas a se mexer conforme a música.

" Em cada sessão, a criança era tirada da cadeira de rodas, trazida ao tatame e colocada no meu colo. Ao som de músicas infantis, eu dançava e o movimento do meu corpo estimulava movimentos no corpo dela. Fiz a análise do quanto este contato poderia promover ganho de equilíbrio e reações posturais na criança" , afirma. Segundo ela, a pesquisa teve por objetivo geral avaliar se os exercícios da dança de contato, aplicados à criança com paralisia cerebral, poderiam impactar na modificação e ampliação do seu repertório de mobilidade e de expressões cognitivas (atenção) e emocionais (satisfação e insatisfação) durante a atividade.

Elizabeth explicou que o estudo fez a análise de 21 sessões, registrando em vídeo quatro delas.

Foram percebidas modificações na atenção, com evolução no comportamento cognitivo; na motricidade, com a diminuição dos movimentos involuntários de membros superiores e inferiores; diminuição de movimentos incoordenados de cabeça, tronco e membros superiores; aumento de movimento coordenado de cabeça, tronco e membros superiores e inferiores. Em contrapartida, houve diminuição do movimento coordenado global, ou seja, a estimulação impactou o desenvolvimento de aspectos motores, cognitivos e interativos.

Especificamente, os exercícios puderam comparar os desempenhos cognitivos e motores com o auxílio de testes neuropsicológicos (testes Gross Motor Function Classification System (GMFCS - de mobilidade para determinar o nível de independência locomotora), Columbia Mental Maturity Scale (CMMS/Columbia - de raciocínio e maturidade mental) e Gross Motor Function Measure (GMFM - da função motora grossa) antes e após a intervenção da dança, além de acompanhar a evolução dos desempenhos dos participantes com paralisia cerebral através de um etograma (uma tabela de desempenho e análise) comportamental elaborado a partir das imagens coletadas nos vídeos.

Com informações da Unb

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Paralisia cerebral    Dança    Movimentos    Crianças    Unb    Fisioterapeuta    Capacidade motora   
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