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publicado em 15/01/2013 às 16h30:00
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Dr. Jonathan T.C. Liu (a esq.), líder da pesquisa, junto com seus colaboradores no estudo Steven Leigh (a esq.), Danni Wang e Dr. Jonathan T.C. Liu
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Dr. Jonathan T.C. Liu (a esq.), líder da pesquisa, junto com seus colaboradores no estudo
Steven Leigh (a esq.), Danni Wang e Dr. Jonathan T.C. Liu

Cientistas da Universidade Stony Brook, nos EUA, desenvolveram um novo agente de contraste que diferencia entre células cerebrais normais e cancerosas.

A pesquisa sugere que, quando usado em conjunto com um microscópio de alta potência, o agente pode levar a técnicas de neurocirurgia mais precisas para a retirada de tumores cerebrais.

O trabalho foi publicado na revista Translational Oncology.

Jonathan T. C. Liu e seus colegas criaram um agente de contraste que adere ao receptor do fator de crescimento endotelial vascular 1 (VEGFR-1), que é expresso em excesso na superfície de células e tecidos primários do meduloblastoma.

A equipe desenvolveu um agente químico direcionado a VEGFR-1 que foi aplicado topicamente ao tecido de amostra.

Com base no modelo de pesquisa, a equipe descobriu que, ao utilizar o agente de contraste com a microscopia 3D, o agente fez com que os tumores adquirissem fluorescência em cada uma das margens. O processo permitiu definir com mais precisão as margens de tumores, incluindo células tumorais residuais.

A abordagem pode ter implicações importantes para o tratamento cirúrgico de meduloblastoma. "A ressecção do tumor continua a ser a primeira linha de tratamento. Estudos mostraram que a integridade da ressecção do tumor se correlaciona fortemente com a sobrevivência dos pacientes. O objetivo de neurocirurgiões é maximizar a remoção do tumor, minimizando a remoção de tecidos normai", explicam os autores.

O padrão atual para avaliar a malignidade das células é a histopatologia de amostras de tecidos biopsiados. No entanto, isto raramente é realizado nas margens do tumor durante a ressecção, devido ao tempo. Além disso, a histopatologia é cara e requer a remoção de tecido cerebral, independentemente do estado do tecido.

"Há uma grande necessidade de um método não invasivo de forma rápida e precisa que permita visualizar a malignidade residual para ajudar os cirurgiões durante o processo de ressecção do tumor, e acreditamos que nossos resultados forneçam uma base em direção a esse objetivo final", afirma Liu.

O próximo passo dos pesquisadores é investigar a capacidade do agente fluorescente direcionado a VEGFR-1, utilizado em conjunto com o microscópio, e um sistema óptico, para melhorar a ressecção cirúrgica em modelos experimentais e em última análise, em pacientes humanos.

Fonte: Isaude.net
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