Geral
publicado em 09/01/2013 às 16h30:00
   Dê o seu voto:

 
tamanho da letra
A-
A+
Foto: University of Oregon
Foto: University of Oregon
Louis Osternig (a esq.), Li-Shan Chou (centro) e David Howell durante pesquisa David Howell, envolvido no estudo
  « Anterior
Próxima »  
Louis Osternig (a esq.), Li-Shan Chou (centro) e David Howell durante pesquisa
David Howell, envolvido no estudo

A capacidade de se concentrar e alternar tarefas facilmente em meio a distrações fica comprometida por até dois meses após a ocorrência de concussões, ou lesões cerebrais, de acordo com estudo da Universidade de Oregon.

A descoberta sugere que alguns atletas podem precisar de mais tempo de recuperação do que as práticas atuais ditam a fim de diminuir o risco de concussões subsequentes. A prática convencional diz que a recuperação típica de concussão leva de sete a 10 dias.

Os resultados são baseados em exercícios cognitivos usados cinco vezes durante os dois meses juntamente com ferramentas sensíveis de medição, o teste de rede de atenção e do teste de alternância de tarefas.

O estudo incidiu sobre os efeitos das concussões sobre a região frontal do cérebro, que é responsável pela memória de trabalho, ou de curto prazo, e função executiva.

"Se uma pessoa vai voltar para o campo de jogo sem uma recuperação completa, ela é colocada em grande perigo. Em qualquer época, se você sofre uma concussão, a chance de sofrer uma segunda é de três a seis vezes maior. Há acúmulos neste tipo de lesão. Ela não vai embora facilmente", explica o pesquisador Li-Shan Chou.

A equipe recrutou 20 atletas do ensino médio que tinham sofrido uma e que foram avaliados dentro de 72 horas após a lesão e, em seguida, novamente uma semana, duas semanas, um mês e dois meses depois.

Cada um dos participantes, cujo diagnóstico foi feito por um médico certificado foi combinado com um atleta controle saudável do mesmo sexo, tamanho corporal, idade e esporte praticado.

"Depois de dois meses após a lesão cerebral traumática, estes indivíduos ainda estavam significativamente prejudicados em sua função executiva, em comparação com seus pares saudáveis", afirma o coautor Luís Osternig.

Segundo os pesquisadores, usando ferramentas de psicologia cognitiva, neurociência e fisiologia humana, a equipe interdisciplinar de cientistas está melhorando a compreensão de como o trauma cerebral afeta o tempo de reação, e está ajudando a criar melhores resultados para os atletas, soldados e outros que são afetados por concussões.

A pesquisa foi publicada no Medicine & Science in Sports & Exercise.

Fonte: Isaude.net
  • Indique esta NotíciaIndique esta Notícia
  • Indique esta NotíciaCorrigir
  • CompartilharCompartilhar
  • AlertaAlerta
Link reduzido: 
  • Você está indicando a notícia:
  • Para que seu amigo(a) receba esta indicação preencha os dados abaixo:

  • Você está informando uma correção para a matéria:


Receba notícias do iSaúde no seu e-mail de acordo com os assuntos de seu interesse.
Seu nome:
Seu email:
Desejo receber um alerta com estes assuntos:
lesão cerebral traumática    concussão cerebral    deficiência mental    Universidade de Oregon    David Howell   
Comentários:
Comentar
Deixe seu comentário
Fechar
(Campos obrigatórios estão marcados com um *)

(O seu email nunca será publicado ou partilhado.)

Digite a letras e números abaixo e clique em "enviar"

  • Twitter iSaúde
publicidade
Jornal Informe Saúde

Indique o portal
Fechar [X]
  • Você está indicando a notícia: http://www.isaude.net
  • Para que seu amigo(a) receba esta indicação preencha os dados abaixo:

RSS notícias do portal  iSaúde.net
Receba o newsletter do portal  iSaúde.net
Indique o portal iSaúde.net
Notícias do  iSaúde.net em seu blog ou site.
Receba notícias com assunto de seu interesse.
© 2000-2011 www.isaude.net Todos os direitos reservados.