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publicado em 05/01/2013 às 11h57:00
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Cientistas do Pacific Fertility Center, nos EUA e do Hewitt Fertility Centre, no Reino Unido, desenvolveram um novo tipo de tecnologia não invasiva capaz de reconhecer precisamente embriões saudáveis em uma fase mais precoce do desenvolvimento.

O método, chamado de Eeva (Avaliação de Viabilidade Precoce de Embriões), pode levar a resultados mais favoráveis, bem como reduzir a exigência de implantar mais de um embrião no útero.

Segundo os pesquisadores, isso faria com que a taxa de gestações múltiplas caísse, o fator de risco mais importante no tratamento de fertilização in vitro para a mãe e a criança. O tempo que os embriões passam no ambiente do laboratório pode também diminuir com a nova tecnologia.

Os procedimentos padrão que avaliam embriões dependem de um número restrito de exames estáticos feitos em dias consecutivos.

Embriões são deixadas em desenvolvimento por 5 ou 6 dias em um ambiente artificial para ver quais prosperam e são viáveis. Em seguida, os especialistas sabem quais embriões devem ser reimplantados no útero da mulher.

Tirando fotos do embrião a cada 5 minutos, o teste Eeva usa a tecnologia de lapso de tempo para acompanhar cada divisão celular que ocorre.

Com este método, quaisquer anomalias que aparecem podem ser identificadas por um programa de software durante o tempo da cultura e determinar quais os embriões podem florescer, após menos do que alguns dias no laboratório.

A equipe de pesquisa analisou as previsões de viabilidade que Eeva fez no terceiro dia e as comparou com previsões feitas por procedimentos manuais padrão. Os pesquisadores testaram 298 embriões de 30 indivíduos.

A pesquisa mostrou que com um elevado grau de fiabilidade, Eeva pode prever quais embriões são mais viáveis, exibindo uma especificidade (a capacidade de reconhecer resultados negativos) de 79% e um valor preditivo positivo de 54%.

De acordo com os autores, utilizando Eeva como procedimento padrão é notavelmente mais benéfico do que utilizar apenas os procedimentos atuais.

O novo desenvolvimento tem o potencial de ser muito valioso e permitir um reconhecimento mais preciso de embriões saudáveis para serem implantados de volta no útero de uma mulher.

Os pesquisadores acreditam que Eeva vai ajudar a tornar os tratamentos de fertilidade mais bem sucedidos e causar uma redução na taxa de gestações múltiplas.

"Este teste não invasivo representa um grande passo na nossa capacidade de avaliar a viabilidade de embriões. Isto significa que podemos identificar quais os embriões estão se desenvolvendo corretamente em um estágio precoce. Com mais desenvolvimento e testes, esta técnica tem o potencial para nos ajudar permitir que mais mulheres passem pela transferência individual do embrião, método mais eficaz para diminuir a taxa de gravidez múltipla", afirma o pesquisador Joe Conaghan.

Fonte: Isaude.net
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