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publicado em 27/12/2012 às 08h02:00
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Cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, descobriram uma nova forma de usar a ressonância magnética para determinar o tipo de demência de um paciente.

A abordagem menos invasiva pode distinguir entre doença de Alzheimer e degeneração lobar frontotemporal (DLFT), que muitas vezes têm sintomas semelhantes, mesmo que o processo subjacente da doença seja muito diferente.

"O diagnóstico pode ser um desafio. Se os sintomas clínicos e o exame de ressonância de rotina são iguais, um teste caro de tomografia por emissão de pósitrons (PET) pode ser necessário. Ou, uma punção lombar, que envolve a inserção de uma agulha na coluna, seria necessária para ajudar a fazer o diagnóstico. A análise do líquido cefalorraquidiano nos dá informações de diagnóstico confiável, mas também é um procedimento caro. Usando este novo método de ressonância magnética é menos dispendioso e menos invasivo", afirma o autor do estudo Corey McMillan.

O trabalho foi publicado na revista Neurology.

A pesquisa envolveu 185 pessoas que tinham sido diagnosticadas com uma doença neurodegenerativa consistente com a doença de Alzheimer ou DLFT e tiveram uma punção lombar e ressonância magnética de alta resolução.

Dos 185 participantes, o diagnóstico foi confirmado em 32 ou por autópsia ou por meio da determinação de que tinham uma mutação genética associada com uma das doenças.

Os investigadores usaram as ressonâncias para prever o índice de dois biomarcadores para doenças no fluido cerebrospinal, as proteínas tau e beta-amiloide. O método de previsão com a ressonância magnética teve 75% de precisão no diagnóstico, o que mostra a precisão semelhante dos métodos de punção lombar e ressonância magnética.

"O desenvolvimento de um novo método de diagnóstico é importante porque os tratamentos potenciais atacam as proteínas anormais subjacentes, por isso precisamos saber qual doença devemos tratar. Isso pode ser usado como um método de triagem. Este método seria útil ainda em ensaios clínicos em que pode ser importante controlar estes biomarcadores repetidamente ao longo do tempo para determinar se o tratamento estava a funcionando, e seria muito menos invasivo do que punções lombares repetidas", conclui McMillan.

Fonte: Isaude.net
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