Ciência e Tecnologia
publicado em 26/12/2012 às 13h03:00
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A falta de parcerias e investimentos afeta o andamento das pesquisas e compromete descobertas que podem auxiliar em tratamentos

 
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Foto: Universidade Federal da Bahia
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Luciana Lyra Casais e Silva, bióloga e pesquisadora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS), da UFBA Luciana Lyra Casais e Silva, bióloga e pesquisadora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS), da UFBA
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Luciana Lyra Casais e Silva, bióloga e pesquisadora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS), da UFBA
Luciana Lyra Casais e Silva, bióloga e pesquisadora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS), da UFBA

A bióloga e pesquisadora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS), da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Luciana Lyra Casais e Silva, em parceria com a pesquisadora Gisele Farias, iniciou a pesquisa " Atividade Antinociceptiva" , que pretende descobrir o componente no veneno das serpentes que funciona como um inibidor da dor, mais precisamente, para inibir o crescimento de tumores que afetam o sistema nervoso.

Luciana explica que o processo da pesquisa é longo e envolve desde o isolamento do componente que causou o efeito esperado, até torná-lo economicamente viável e sua produção ser autorizada pelo Ministério da Saúde. " Nós sabemos que existe essa possibilidade, agora, o que precisamos é encontrar quem é, no veneno, a substância que causa o efeito inibidor" . Ela acrescenta que existe um avanço nas pesquisas neste campo, entretanto, faltam parcerias entre os estudos desenvolvidos e a indústria farmacêutica, no que tange a parte de síntese, venda e patentes das descobertas. " O pesquisador, muitas vezes, descobre um medicamento, mas não sabe o que fazer com ele. Não temos experiência em dialogar com os segmentos mercadológicos, para fazer da pesquisa um produto com retorno para a sociedade" , enfatiza.

Os venenos de animais são uma mistura complexa de diversas substâncias orgânicas e inorgânicas, com evolução ainda pouco conhecida. " Ao menos para os venenos ofídios, sugere-se que as primeiras substâncias ativas foram provavelmente enzimas proteolíticas que auxiliavam na digestão, fazendo com que a alimentação fosse um processo mais fácil e seguro" , explicou. A pesquisadora aprofunda essas questões no artigo intitulado " Toxina como ferramentas biotecnológicas e farmacológicas" , publicado na Gazeta Médica da Bahia, em novembro deste ano.

Com informações da UFBA

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Veneno    Toxinas    Medicamentos    Animais peçonhentos    UFBA    Captropil    Dor    Pressão arterial    Tumores   
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