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publicado em 18/12/2012 às 17h00:00
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Foto: Phill Jones/Georgia Health Sciences University
Dr. Jeffrey A. Switzer, envolvido na pesquisa
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Dr. Jeffrey A. Switzer, envolvido na pesquisa

O uso da telemedicina, ou Telestroke, que permite o diagnóstico e tratamento remoto e rápido de acidente vascular cerebral pode ser rentável para pacientes e hospitais, de acordo com pesquisadores da Georgia Health Science University (GHSU), nos EUA.

A pesquisa sugere que um hospital central fornecendo diagnóstico e tratamento rápido de AVC em parceria com hospitais menores, em necessidade desses serviços, significa que mais pacientes se recuperam melhor e que os hospitais ganham financeiramente.

"Nós medimos o tratamento de AVC por meio da deficiência reduzida e melhora da função e temos evidências claras de que os pacientes que recebem intervenção no momento certo se saem melhor", afirma Jeffrey A. Switzer.

Switzer é autor correspondente de um estudo de cinco anos que avaliou paciente e dados hospitalares de redes telestroke em GHSU e na Clínica Mayo. Pesquisadores ligaram os dados em um modelo desenhado para comparar a eficácia e os custos hospitalares com e sem uma rede telestroke.

Eles descobriram que, anualmente, com uma rede telestroke:

45 pacientes a mais iriam receber anticoagulante tPAúnica droga aprovada pela Food and Drug Administration para o derrame;

20 pacientes a mais iriam receber terapia endovascular tal como remoção mecânica do coágulo de um vaso sanguíneo;

seis pacientes a mais receberiam alta para casa, em vez de uma casa de repouso.

Grandes custos de redes telestroke incluem suporte a tecnologia, técnica, transferência de pacientes e o pagamento de médicos para atender chamadas extras. "A questão é saber se é do interesse de hospitais o desenvolvimento de redes telestroke que estabeleçam essas relações", afirma Switzer.

O estudo sugere que o programa é rentável. Na grande maioria dos casos, os pacientes são vistos através da rede por especialistas de AVC em outros locais, pacientes elegíveis recebem tPA no hospital e, em seguida, são transportados para cuidados de acompanhamento.

Um dos principais motores por trás desses tipos de tratamento remoto do AVC é a falta de especialistas em AVC.

A abordagem de longa distância parece funcionar bem. Pesquisadores mostraram em um estudo de 2003 que pacientes com AVC em comunidades rurais poderiam ser avaliados e tratados através do programa de internet sem fio tão bem como poderiam ser pessoalmente.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Telemedicina    Telestroke    AVC    Georgia Health Science University    Jeffrey A. Switzer   
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