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publicado em 18/12/2012 às 08h36:00
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Reprodução: Rice University
Sonda é capaz de detectar proteínas deformadas em tempo real
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Sonda é capaz de detectar proteínas deformadas em tempo real

Cientistas da Rice University, nos EUA, descobriram uma nova forma de visualizar células vivas a fim de ver os depósitos fibrilares insolúveis associados com a doença de Parkinson.

A equipe descobriu uma sonda molecular capaz de "iluminar" os sinais dos depósitos de proteínas amiloides implicados na doença. As moléculas baseadas em rutênio apenas acendem quando ligadas a fibroides que formam placas amiloides no interior das células.

A equipe afirma que a técnica espectroscópica pode se tornar uma ferramenta valiosa para os cientistas e empresas farmacêuticas.

A pesquisa foi publicada na revista Journal of the American Chemical Society.

Testando a sonda no interior de células vivas de neuroglioma, os pesquisadores descobriram que ela se liga com proteínas alfa-sinucleína deformadas que se agregam e formam fibrilas e interrompem as funções da célula.

O complexo de rutênio se iluminou quando acionado por um laser, mas apenas quando ligado aos depósitos fibrilares, o que permitiu rastrear os agregados de proteína usando espectroscopia de fotoluminescência.

"Há alguns compostos que podem ser usados para detectar a presença deste tipo de agregado de proteínas, mas nenhum deles tem funcionado em células. Quando você está pensando em desenvolver uma estratégia terapêutica, quer ser capaz de detectar a presença de agregados de fibrilas, em células vivas, ou até mesmo em animais. Tem sido bom colaborar para fazer isso", afirma a pesquisadora Laura Segatori.

Segatori observa que o complexo de rutênio não tem nenhum benefício terapêutico para pessoas que sofrem de Parkinson, mas "é um passo para a compreensão da química da doença, o que vai ajudar no desenvolvimento de drogas."

De acordo com a equipe, os complexos metálicos podem ser adaptados para iluminar agregados implicados em outras doenças degenerativas.

Como prova de princípio, os pesquisadores criaram um modelo in vitro de células da doença de Parkinson e mostraram que o complexo de rutênio claramente rotulou proteínas alfa-sinucleína fibrilares nas células.

RiceUniversity
Rice University opens new window on Parkinson's disease

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Parkinson    Sonda molecular    Depósitos fibrilares    Rice University    Laura Segatori   
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