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publicado em 15/12/2012 às 09h15:00
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Novos indicadores têm como objetivo avaliar a qualidade sanitária dos Bancos de Células e Tecidos Germinativos (BCTGs).
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Novos indicadores têm como objetivo avaliar a qualidade sanitária dos Bancos de Células e Tecidos Germinativos (BCTGs).

O Brasil tem um estoque de 26.283 embriões congelados aptos à utilização em técnicas de reprodução assistida. Os dados integram o relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio) que traz, em sua quinta edição, três indicadores de qualidade que, pela primeira vez, integram o rol de informações reunidas pela Anvisa: a média de células germinativas femininas (oócitos) produzidas por cada paciente e as taxas de fertilização in vitro e de clivagem (divisão) embrionária.

Os três novos indicadores têm como objetivo avaliar a qualidade sanitária dos Bancos de Células e Tecidos Germinativos (BCTGs) das clínicas de reprodução humana assistida.

Ainda segundo o mesmo documento, 1.322 embriões foram doados para pesquisas com células-tronco em 2011. Outros 1.203 embriões considerados inviáveis foram descartados pelos BCTGs no ano passado.

A taxa de fertilização mede a qualidade do ambiente nos laboratórios dos bancos e a correta manipulação de materiais e de equipamentos, ou seja, os aspectos técnicos e científicos do processo utilizado para produzir oócitos fecundados por espermatozoides, uma das etapas in vitro. Esse conceito é diferente de uma análise voltada a avaliar a taxa de sucesso da reprodução assistida, uma vez que, para que a gestação aconteça, é necessário levar em consideração a condição individual de cada paciente.

Em 2011, os bancos de embriões do Brasil apresentaram um índice de 71% a 85% de tentativas bem-sucedidas de fertilização, taxa que está dentro da média internacional, que é de 65% a 75%.

Outra novidade anunciada nesta versão do relatório do SisEmbrio é a média de oócitos gerados por cada mulher nos bancos brasileiros, que variou de 5,45 a 10,93. Como não existe um parâmetro internacional para comparar, o sistema gerou esse dado como um primeiro desenho da média nacional.

Já a média de clivagem (divisão) das células embrionárias, que é um resultado buscado pelos laboratórios, ficou em 96%, também dentro da média aceita pela literatura especializada, que preconiza resultados superiores a 80%.

Acesse o relatório completo do SisEmbrio.

Fonte: Isaude.net
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