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publicado em 06/12/2012 às 08h32:00
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Foto: Eulalio et al/Reprodução
Coração de rato recém-nascido tratado com microRNA, capaz de promover a proliferação (em vermelho) das células cardíacas
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Coração de rato recém-nascido tratado com microRNA, capaz de promover a proliferação (em vermelho) das células cardíacas

Cientista dos EUA e da Itália descobriram que o coração humano tem uma capacidade limitada de se regenerar, mas mostraram que um "truque" da genética pode mudar isso.

Os estudos, publicados na revista Nature fornecem esperança de que corações danificados por doenças cardiovasculares poderiam ser persuadidos a se regenerar.

O primeiro trabalho, liderado por pesquisadores do Brigham and Women' s Hospital e da Harvard University, traçou o nascimento e o destino das células do músculo cardíaco de ratos.

O pesquisador Richard Lee e seus colegas descobriram que uma pequena proporção de células do coração - menos de 1% - pode se regenerar normalmente. Depois de um ataque cardíaco, essa proporção sobe, mas para apenas 3%.

"O fato de essas células específicas existirem é animador. Se há alguma capacidade de o coração produzir novas células, isso é um ponto no qual os cientistas devem se centrar para, quem sabe, fazer com que as células cardíacas funcionem melhor no futuro", afirma o coautor Matthew Steinhauser.

Um segundo estudo mostrou exatamente isso. Mauro Giacca e seus colegas do Centro Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia, em Trieste, Itália, usaram pequenos trechos de RNA chamados microRNAs para estimular as células do coração a iniciarem a regeneração.

A equipe rastreou centenas de microRNAs em camundongos e ratos e observou sua capacidade de se proliferar. Os cientistas, então, induziram ataques cardíacos nos animais vivos e descobriram que dois microRNAs específicos ajudaram a reconstruir os corações danificados para que voltassem a funcionar quase normalmente.

Após dois meses, o tamanho da área de tecido morto pelo ataque cardíaco foi reduzido pela metade e a capacidade do coração de bombear o sangue foi melhorada.

Segundo Giacca, os microRNAs precisam de mais testes em animais de grande porte, com corações mais parecidos com os dos humanos.

Fonte: Isaude.net
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