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publicado em 20/11/2012 às 13h00:00
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A palavra light só poderá ser utilizada se o produto tiver algum nutriente com valor reduzido em relação à versão convencional (alimento de referência). A determinação é parte das mudanças implementadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que mudou as regras para o uso de termos light, baixo, rico e não contém, nos rótulos de alimentos.

Chamados tecnicamente de alegações nutricionais, tratam-se de informações para descrever o nível (absoluto ou relativo) de determinados nutrientes ou o valor energético dos alimentos

O termo light era permitido tanto em alimentos com redução de algum nutriente quanto naqueles com baixo teor de algum nutriente, sem comparar com os produtos de referência. Segundo a Anvisa, os consumidores e profissionais de saúde encontravam dificuldades em reconhecer as diferenças entre os produtos com a indicação light.

Em relação aos termos fonte de proteína e alto teor de proteínas, foram estipulados critérios para quantidade e qualidade mínimas. De acordo com a agência reguladora, a ideia é coibir o uso das informações de forma enganosa, por exemplo, em alimentos com quantidade de proteínas incompletas ou de baixa qualidade.

Base de cálculo

A nova resolução da Anvisa, a RDC 54/2012, alterou também a base de cálculo para o uso dessas informações. Atualmente, a base é 100g ou ml do alimento para fazer o cálculo. Com a mudança, o cálculo deverá ser feito a partir de uma porção do alimento. Segundo a agência reguladora, a nova base de cálculo impede confusão na hora de comparar produtos, além de facilitar ao consumidor saber a quantidade exata de ingestão de determinado nutriente.

As empresas têm até o dia 1º de janeiro de 2014 para adequar os rótulos. Os fabricantes não são obrigados a divulgar as alegações nutricionais. Os produtos fabricados no período de adaptação poderão ser comercializados até o fim de seu prazo de validade. Com a nova resolução, o Brasil passa a ter os mesmos regulamentos técnicos de rotulagem nutricional do Mercosul, o que facilita a livre circulação dos alimentos entre os países do bloco.

As novas normas também valem para as informações desse tipo veiculadas em anúncios nos meios de comunicação.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Isaude.net
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light    rótulo de alimento    Anvisa    Agência Nacional de Vigilância Sanitária    resolução    RDC 54/2012   
Comentários:
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Vera Silva
postado em:
21/11/2012 19:03:54
Boa medida, mas é necessário que as uniformizações sejam homogêneas entre as grandezas.Por exemplo: considerar a unidade de medida de 1 e meia fatia de pão como adequada para o usuário verificar se o produto tem mais ou menos sódio do que o outro é impedir que o usuário médio faça escolhas conscientes.
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